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Bombeiros encontram segmentos que podem ser humanos em Brumadinho após seis anos

- O Corpo de Bombeiros encontrou segmentos que podem ser partes humanas em Brumadinho. - Esses segmentos foram enviados ao IML para identificação e exames detalhados. - Se confirmados como humanos, será a primeira identificação em mais de dois anos. - A tragédia de 2019 resultou na morte de 272 pessoas, com três ainda desaparecidas. - Inteligência artificial auxilia nas buscas, que já duram mais de 2 mil dias.

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais anunciou, nesta quinta-feira (6), a descoberta de “segmentos de interesse” na busca por vítimas do rompimento da barragem da Vale, ocorrido em Brumadinho em janeiro de 2019. Segundo a Polícia Civil, esses segmentos são “corpóreos, possivelmente humanos” e foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte […]

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais anunciou, nesta quinta-feira (6), a descoberta de “segmentos de interesse” na busca por vítimas do rompimento da barragem da Vale, ocorrido em Brumadinho em janeiro de 2019. Segundo a Polícia Civil, esses segmentos são “corpóreos, possivelmente humanos” e foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte para identificação. Caso sejam confirmados como partes humanas, será o primeiro registro de vítimas encontradas em mais de dois anos.

A última vítima identificada foi Cristiane Antunes Campos, de 35 anos, funcionária da Vale, cujo corpo foi localizado em dezembro de 2022. Desde o acidente, os Bombeiros têm trabalhado no local por mais de 2 mil dias, utilizando cinco estações de busca que operam desde setembro de 2021. Essas estações ajudam a separar os materiais coletados, utilizando também inteligência artificial para inspecionar visualmente os itens que passam pelas esteiras.

Atualmente, três pessoas permanecem desaparecidas: Maria de Lurdes da Costa Bueno, de 59 anos, que estava de férias; Nathália de Oliveira Porto Araújo, de 25 anos, estagiária da Vale; e Tiago Tadeu Mendes da Silva, de 34 anos, engenheiro mecânico que trabalhava na mina há cerca de 20 dias. O rompimento da barragem resultou em 272 vítimas, e as buscas continuam com o apoio das tecnologias disponíveis.

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