Um terremoto de magnitude 7,6 ocorreu no mar do Caribe, a 20 milhas ao norte de Honduras, no sábado, 8 de fevereiro de 2024, às 18h23 (horário local), conforme relatado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O tremor teve uma profundidade de 10 quilômetros e o epicentro foi localizado a 209 quilômetros ao sul […]
Um terremoto de magnitude 7,6 ocorreu no mar do Caribe, a 20 milhas ao norte de Honduras, no sábado, 8 de fevereiro de 2024, às 18h23 (horário local), conforme relatado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O tremor teve uma profundidade de 10 quilômetros e o epicentro foi localizado a 209 quilômetros ao sul de George Town, nas Ilhas Cayman. Inicialmente, houve alertas de tsunami para Porto Rico e as Ilhas Virgens Americanas, mas esses foram posteriormente cancelados.
Após o terremoto, diversas ilhas e países da região emitiram recomendações para que moradores próximos à costa se deslocassem para áreas mais altas. O Centro Nacional de Alerta de Tsunami dos EUA havia previsto ondas de até 3 metros para Cuba e entre 30 centímetros e 1 metro para Honduras e Ilhas Cayman, mas os alertas foram suspensos às 2h00 GMT. Não foram registrados danos significativos, mas as autoridades de Honduras pediram que os moradores se mantivessem afastados das praias.
A governadora de Porto Rico, Jenniffer González Colón, afirmou que estava em contato com agências de emergência, mas não recomendou a evacuação da costa. O disparo de alarmes na região noroeste de Porto Rico causou movimentação intensa, com pessoas deixando áreas costeiras. O governo da República Dominicana também emitiu um alerta, recomendando que moradores se deslocassem para áreas acima de 20 metros de altitude, mas esse alerta também foi cancelado.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) indicou que ondas de tsunami de 1 a 3 metros poderiam ocorrer em algumas costas de Cuba. Apesar da intensidade do tremor, este foi o mais forte registrado na região em quatro anos, superando um terremoto de 7,2 no Haiti em 2021. O USGS e outras autoridades continuam monitorando a situação para garantir a segurança da população.
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