Uma simulação realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) revelou detalhes do acidente que resultou na morte de 39 pessoas na BR-116, em Teófilo Otoni (MG), no dia 21 de dezembro de 2023. O relatório indicou que a carreta envolvida transportava 16 toneladas e 261 kg acima do limite permitido. Durante a curva, um dos semirreboques […]
Uma simulação realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) revelou detalhes do acidente que resultou na morte de 39 pessoas na BR-116, em Teófilo Otoni (MG), no dia 21 de dezembro de 2023. O relatório indicou que a carreta envolvida transportava 16 toneladas e 261 kg acima do limite permitido. Durante a curva, um dos semirreboques se soltou, atingindo um ônibus que seguia de São Paulo para a Bahia, além de causar colisões com outros veículos.
O motorista da carreta, Arilton Bastos Alves, foi flagrado dirigindo a 93 km/h, superando o limite de 80 km/h da via, e chegou a atingir 117 km/h. Exames toxicológicos apontaram que ele estava sob efeito de um ansiolítico, um antidepressivo, além de álcool, cocaína e ecstasy. A defesa de Arilton nega o uso de substâncias ilícitas e afirma que ele estava apto a dirigir.
O acidente envolveu cinco veículos e deixou 11 feridos. Arilton fugiu do local sem prestar socorro, mas se apresentou à Polícia Civil dois dias após o incidente. A investigação também revelou que ele dirigia há mais de 11 horas seguidas, sem descanso adequado, o que contribuiu para a tragédia.
A PRF e a Polícia Civil reconstituíram o acidente, que foi amplamente noticiado, incluindo informações sobre a velocidade e o excesso de peso da carreta. O caso gerou repercussão significativa, levantando questões sobre a segurança nas estradas e a responsabilidade dos motoristas.
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