Uma série de pistas levou à resolução do caso do desaparecimento de Stefany Vitória Teixeira Ferreira, de 13 anos, encontrada morta na última terça-feira, 11 de junho. A adolescente estava desaparecida desde o domingo, 9 de junho, quando saiu de casa em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte, afirmando que iria visitar uma amiga. […]
Uma série de pistas levou à resolução do caso do desaparecimento de Stefany Vitória Teixeira Ferreira, de 13 anos, encontrada morta na última terça-feira, 11 de junho. A adolescente estava desaparecida desde o domingo, 9 de junho, quando saiu de casa em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte, afirmando que iria visitar uma amiga. Após não retornar, sua mãe acionou a polícia e a família fez cartazes em busca de informações.
Durante as investigações, um casal de namorados relatou à polícia ter visto uma movimentação suspeita em um carro, envolvendo um homem e uma jovem. As testemunhas forneceram a placa do veículo e informaram que Stefany havia deixado um chinelo para trás ao ser forçada a entrar no carro. A polícia confirmou que o calçado pertencia à menina e identificou o proprietário do veículo, João das Graças Pachola, um pastor.
Após localizar a esposa de João, que informou que ele também estava desaparecido, a polícia iniciou buscas em diversos locais. O pastor foi encontrado em uma casa em Contagem, onde confessou o crime e revelou o local onde havia abandonado o corpo de Stefany. A perícia no carro dele encontrou vestígios de sangue. O corpo da adolescente foi localizado em uma área de mata entre Esmeraldas e Ribeirão das Neves.
João das Graças Pachola alegou que cometeu o crime após a menina ter dado um tapa em seu rosto. A polícia agora aguarda os resultados de exames para determinar se Stefany foi vítima de abuso sexual.
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