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Carnaval se aproxima e 45 praias de São Paulo são consideradas impróprias para banho

- Atualmente, 45 praias no litoral de São Paulo estão impróprias para banho. - Itanhaém lidera com 11 praias nessa condição, seguida por Mongaguá e Praia Grande. - A Cetesb recomenda evitar contato com a água nessas áreas devido a riscos à saúde. - A classificação de balneabilidade é atualizada semanalmente, com dados disponíveis online. - Praias são consideradas impróprias quando há mais de 100 colônias de bactérias por 100 ml.

Faltando dois dias para o Carnaval, quarenta e cinco praias do litoral de São Paulo estão impróprias para banho, segundo o relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) atualizado nesta quinta-feira, 27 de fevereiro. Dentre essas, nove estão no litoral norte e trinta e seis na Baixada Santista. O número atual é […]

Faltando dois dias para o Carnaval, quarenta e cinco praias do litoral de São Paulo estão impróprias para banho, segundo o relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) atualizado nesta quinta-feira, 27 de fevereiro. Dentre essas, nove estão no litoral norte e trinta e seis na Baixada Santista. O número atual é inferior ao da semana anterior, quando quarenta e três praias foram classificadas com bandeira vermelha.

A cidade de Itanhaém lidera com onze praias sem condições adequadas para banho, seguida por Mongaguá, com seis praias, e Praia Grande, onde cinco praias foram identificadas como impróprias. A Cetesb recomenda que os banhistas evitem o contato com a água do mar nessas praias, pois a exposição pode representar riscos à saúde.

As condições de balneabilidade são atualizadas semanalmente, e os resultados completos estão disponíveis no site oficial da Cetesb. As praias são classificadas em duas categorias principais: própria e imprópria. Desde janeiro de 2001, a classificação segue os critérios da resolução n.º 274/00 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que considera imprópria uma praia com mais de 100 colônias de bactérias a cada 100 mililitros de água.

Além das altas concentrações de bactérias fecais, outros fatores podem levar à classificação de imprópria, como a presença de óleo, maré vermelha, floração de algas tóxicas ou surtos de doenças transmitidas pela água. A Cetesb continua monitorando a qualidade das águas para garantir a segurança dos banhistas.

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