A juíza do Juzgado de Instrucción Número 5 de Martorell reabriu a investigação sobre a morte do fundador da Mango, Isak Andic, após novas diligências realizadas pelos Mossos d’Esquadra. O caso havia sido arquivado provisoriamente em janeiro, mas a magistrada decidiu reavaliar a situação devido a incongruências nas declarações de Jonathan Andic, filho do empresário, […]
A juíza do Juzgado de Instrucción Número 5 de Martorell reabriu a investigação sobre a morte do fundador da Mango, Isak Andic, após novas diligências realizadas pelos Mossos d’Esquadra. O caso havia sido arquivado provisoriamente em janeiro, mas a magistrada decidiu reavaliar a situação devido a incongruências nas declarações de Jonathan Andic, filho do empresário, que estava presente no momento da queda.
A principal hipótese da investigação é que Isak Andic morreu após cair de um desnível de 150 metros durante uma excursão em Collbató, Barcelona. Apesar das inconsistências nas declarações de Jonathan, a polícia não encontrou evidências de que ele estivesse ocultando informações ou agindo de forma intencional para encobrir um possível crime. A morte ocorreu em 14 de dezembro, durante uma atividade familiar na montanha de Montserrat.
Os Mossos já haviam tomado depoimentos de Jonathan e de testemunhas, além de realizarem uma autópsia que descartou homicídio. Com base nesse relatório, a juíza havia determinado o arquivamento, mas deixou a possibilidade de reabertura caso surgissem novas evidências. Recentemente, fontes judiciais confirmaram a reabertura do caso, embora detalhes sobre novas diligências não tenham sido divulgados.
Os investigadores continuam a explorar o terreno e a analisar as circunstâncias do acidente. A queda de Andic, que estava acompanhado de seu filho em uma trilha pelas cuevas de salitre, é considerada um trágico acidente, mas a reabertura da investigação indica que ainda há questões a serem esclarecidas.
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