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Casal vive momento de pânico após barco afundar durante lua de mel nas Maldivas

- O médico Caio Gomes e a empresária Fernanda Diniz enfrentaram um barco afundado. - Apesar do trauma psicológico, ninguém se feriu durante o incidente. - O casal usou um colete solto para se manter à tona após o acidente. - Eles perderam uma mochila com passaportes e precisaram de autorização da embaixada. - O embaixador do Brasil no Sri Lanka ajudou com a autorização para o retorno.

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O médico Caio Gomes e sua esposa, a empresária Fernanda Diniz, enfrentaram um momento de desespero nas Maldivas após o barco em que estavam afundar. O incidente ocorreu no domingo, dia 2, por volta das 8h no horário local, durante a lua de mel do casal. Apesar de não haver feridos, Caio descreveu a experiência […]

O médico Caio Gomes e sua esposa, a empresária Fernanda Diniz, enfrentaram um momento de desespero nas Maldivas após o barco em que estavam afundar. O incidente ocorreu no domingo, dia 2, por volta das 8h no horário local, durante a lua de mel do casal. Apesar de não haver feridos, Caio descreveu a experiência como um trauma psicológico significativo, ressaltando que ambos compartilharam um colete salva-vidas.

O barco, que navegava há cerca de 40 minutos em direção à capital, sofreu uma batida forte em uma onda, quebrando a porta de acesso à parte interna. A tripulação não explicou a situação, mas ordenou que todos colocassem os coletes e evacuassem. “A saída do barco foi tranquila, ninguém se apavorou demais”, afirmou Caio, destacando que 45 passageiros e três tripulantes conseguiram sair sem ferimentos.

Após a queda no mar, os coletes de Caio e Fernanda não inflaram, mas conseguiram encontrar um colete solto que os ajudou a flutuar. A espera pelo resgate durou entre 30 e 40 minutos. Durante o incidente, Caio perdeu uma mochila com passaportes, o que exigiu a elaboração de um boletim de ocorrência para que pudessem realizar um voo interno nas Maldivas.

Para retornar ao Brasil, o casal obteve uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), após contatar a embaixada brasileira no Sri Lanka. O embaixador forneceu orientações e enviou a autorização por correio, que chegou ao hotel no dia da partida.

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