Nesta semana, inicia-se o outono, que começa oficialmente às 6h01 da próxima quinta-feira, 20 de março, e se estende até às 23h42 do dia 20 de junho. Apesar da mudança de estação, as temperaturas devem permanecer altas, sem previsões de ondas de calor. Isso se deve à persistência de condições de alta pressão atmosférica, que […]
Nesta semana, inicia-se o outono, que começa oficialmente às 6h01 da próxima quinta-feira, 20 de março, e se estende até às 23h42 do dia 20 de junho. Apesar da mudança de estação, as temperaturas devem permanecer altas, sem previsões de ondas de calor. Isso se deve à persistência de condições de alta pressão atmosférica, que bloqueiam a chegada de frentes frias nas regiões mais populosas do Brasil, resultando em chuvas escassas.
Durante o outono, as chuvas devem se manter dentro da média, enquanto as temperaturas estarão acima do esperado, especialmente no Sudeste e parte do Nordeste. A entrada ocasional de frentes frias pode provocar quedas temporárias nas temperaturas, mas os modelos meteorológicos indicam a ocorrência de veranicos, caracterizados por calor intenso e baixa umidade do ar, o que pode impactar a agricultura e a qualidade do ar, além de aumentar o risco de queimadas e incêndios florestais.
Em abril, as temperaturas elevadas são esperadas, principalmente nas regiões centrais do país e no Nordeste. No entanto, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem registrar temperaturas mais amenas, com possibilidade de chuvas intensas. No Centro-Oeste, as temperaturas devem subir à medida que as chuvas se tornarem mais raras, enquanto no Norte, a previsão é de calor acima da média.
Em maio, o calor deve se intensificar, tornando o mês mais quente no Sudeste e Centro-Oeste, com chuvas abaixo da média. O maior volume de precipitações deve ocorrer entre o norte do Pará e o Maranhão. Em junho, último mês do outono, o tempo continuará seco, com temperaturas ligeiramente acima da normalidade e entradas de ar frio mais frequentes, especialmente na região Sul, enquanto as chuvas devem se manter na média ou um pouco abaixo na maior parte do país.
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