Um pai jogou seu filho de cinco anos de uma ponte em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, em um ato de vingança contra a ex-esposa, chocando o Brasil. Esse crime é parte de um aumento preocupante na violência familiar contra crianças no estado. Uma análise do jornal Zero Hora revelou que, nos últimos dez anos, setenta por cento dos assassinatos de crianças com menos de doze anos foram cometidos por familiares.
O estudo identificou 153 assassinatos de crianças, com a maioria das vítimas mortas por suas mães, que cometeram 41 crimes, seguidas pelos pais, com 18 casos. Padrastos e madrastas também foram responsáveis por 19 assassinatos. A maioria das crianças assassinadas, 111, perdeu a vida em suas próprias casas, que deveriam ser seguras.
Enquanto a violência urbana contra crianças diminuiu, a violência familiar aumentou. Entre 2015 e 2017, cerca de quarenta por cento dos assassinatos de crianças eram cometidos por familiares, e esse número subiu para setenta por cento em 2024. A promotora de Justiça Erica Veras destacou a urgência de discutir esse problema. O juiz Fabio Vieira Heerdt afirmou que a violência contra crianças é um problema complexo e muitas vezes ignorado, ressaltando a necessidade de melhorar a coleta de dados sobre esses casos.
Um caso recente em São Gabriel (RS), onde um pai lançou seu filho de cinco anos de uma ponte em um ato de vingança contra a ex-esposa, chocou o Brasil. Este crime é parte de um aumento preocupante na violência familiar contra crianças no Rio Grande do Sul, conforme uma análise do jornal Zero Hora. O estudo revelou que, nos últimos dez anos, setenta por cento dos assassinatos de menores de doze anos foram cometidos por familiares.
A pesquisa mapeou um total de 153 assassinatos de crianças, com a maioria das vítimas sendo mortas por suas mães, que somaram quarenta e um crimes, seguidas pelos pais, com dezoito casos. Além disso, padrastos e madrastas foram responsáveis por dezenove assassinatos. A maioria das crianças assassinadas, cento e onze, perdeu a vida dentro de suas próprias casas, um espaço que deveria ser seguro.
Enquanto a violência urbana contra crianças, como balas perdidas, diminuiu, a violência familiar aumentou significativamente. Entre 2015 e 2017, cerca de quarenta por cento dos assassinatos de crianças eram cometidos por familiares, número que subiu para setenta por cento em 2024. A promotora de Justiça do Rio Grande do Norte, Erica Veras, destacou a necessidade de discutir esse tema urgentemente.
O juiz do 2º Juizado Regional da Infância e Juventude de Porto Alegre, Fabio Vieira Heerdt, afirmou que a violência contra crianças é um fenômeno complexo, muitas vezes silenciado. Ele ressaltou a importância de interromper o ciclo de violência e melhorar os sistemas de informação, já que muitos casos permanecem subnotificados.
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