Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

DJ brasileira é presa em Portugal por liderar rede de prostituição de luxo em SPAs

DJ Beka, conhecida por sua imagem de empoderamento feminino, foi presa em Portugal por liderar uma rede de prostituição disfarçada de SPAs.

0:00
Carregando...
0:00

Rebeka Episcopo, conhecida como DJ Beka, foi presa em Portugal no dia 1º de abril durante uma operação chamada “Última Massagem”. Ela é acusada de liderar uma rede de prostituição de luxo que usava spas como fachada em Lisboa e Cascais. Junto com ela, outras cinco pessoas foram detidas, incluindo um policial afastado. As investigações, que duraram mais de dois anos, mostraram que o grupo aliciava mulheres brasileiras para trabalhar em locais que, na verdade, exploravam sexualmente essas pessoas. Durante a operação, a polícia encontrou 107 mil euros em dinheiro, além de armas e eletrônicos. Também há suspeitas de sonegação fiscal e possíveis ligações com o Brasil. Rebeka, que tinha uma imagem de empoderamento feminino e sucesso na música eletrônica, agora enfrenta acusações de facilitar a prostituição. As investigações continuam e o julgamento ainda não foi agendado.

Rebeka Episcopo, conhecida como DJ Beka, foi presa em Portugal no dia primeiro de abril durante a operação “Última Massagem”. Ela é acusada de liderar uma rede de prostituição de luxo disfarçada de SPAs em Lisboa e Cascais. A operação resultou na detenção de outras cinco pessoas, incluindo um policial afastado, e a justiça portuguesa decretou a prisão preventiva de Rebeka e de uma cúmplice.

As investigações, que duraram mais de dois anos, revelaram que o grupo aliciava mulheres brasileiras para trabalhar em casas de massagem que, na verdade, funcionavam como locais de exploração sexual. A Polícia de Segurança Pública (PSP) encontrou durante a operação 107 mil euros em dinheiro, além de armas e dispositivos eletrônicos. Também há indícios de sonegação fiscal e possíveis conexões com o Brasil.

Rebeka, que construiu uma imagem de empoderamento feminino e sucesso na cena eletrônica, atuava como DJ e empresária, promovendo spas de luxo. Sua presença nas redes sociais reforçava essa imagem, mas agora as autoridades investigam se sua notoriedade foi usada para atrair mulheres para o esquema criminoso. A acusação de “lenocínio” implica em facilitar ou promover a prostituição.

As investigações continuam em andamento, e o julgamento ainda não foi marcado. Os detalhes da operação e as evidências coletadas indicam que a rede operava sob a fachada de bem-estar e relaxamento, mas na prática, explorava mulheres em situação vulnerável.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais