A Polícia Civil prendeu um miliciano chamado Fagner Penha da Silva, de 36 anos, no bairro de Irajá, no Rio de Janeiro. Ele fazia parte de um grande grupo paramilitar liderado por Luiz Antonio da Silva Braga, conhecido como Zinho. Fagner tinha um mandado de prisão por crimes relacionados a veículos, como receptação e adulteração. Ele estava foragido desde março de 2023 e foi capturado durante uma operação da polícia que combate roubos e furtos de cargas. Além disso, Fagner também é investigado por homicídios em áreas onde a milícia de Zinho atua. Ele já havia sido preso antes, mas foi solto em 2022. Zinho, por sua vez, está preso desde dezembro de 2023, quando decidiu se entregar às autoridades. A prisão de Fagner é um passo importante no combate à criminalidade na região.
A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira, 7, um miliciano vinculado a um dos maiores grupos paramilitares do Rio de Janeiro, liderado por Luiz Antonio da Silva Braga, conhecido como Zinho. Fagner Penha da Silva, de 36 anos, foi capturado no bairro de Irajá, na Zona Norte da cidade. Ele possuía um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal Regional de Santa Cruz, relacionado a receptação e adulteração de veículos.
Fagner, apelidado de “Artilheiro”, foi detido durante uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), parte da Operação Torniquete, que visa combater crimes como roubo e furto de cargas, que sustentam as atividades de facções criminosas. Ele estava foragido desde março de 2023 e foi localizado após investigações e monitoramento.
Além das acusações de receptação, Fagner Penha da Silva é investigado por homicídios em áreas como Campo Grande, Paciência, Santa Cruz e Guaratiba, onde a milícia de Zinho atua. O miliciano já havia sido preso anteriormente pelos mesmos crimes, mas foi solto em 2022, tendo sua prisão novamente decretada em março deste ano.
Luiz Antonio da Silva Braga, o Zinho, encontra-se preso desde dezembro de 2023, quando se entregou às autoridades após ser um dos criminosos mais procurados do estado. A prisão de Fagner representa um avanço nas ações da polícia contra a criminalidade organizada na região.
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