Membros da comunidade palestina em Nova Jersey protestaram contra a morte de um adolescente palestino-americano, Amer Rabee, que foi morto por soldados israelenses na Cisjordânia. Amer, de 14 anos, foi baleado em Turmus Aya enquanto colhia amêndoas. Outros dois adolescentes que estavam com ele também foram feridos, mas sobreviveram. Durante uma coletiva de imprensa, líderes comunitários pediram que o governo dos EUA investigue o caso, ressaltando a importância de dar visibilidade às histórias da comunidade.
A morte de Amer ocorre em um momento de aumento da violência na região, com mais de novecentos palestinos mortos na Cisjordânia desde o início de outubro, segundo a ONU. Em contraste, cerca de trinta israelenses também foram mortos nesse período. Amer nasceu em Nova Jersey, mas se mudou para a Cisjordânia em 2013, embora sua família ainda passe tempo nos dois lugares.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram que os jovens estavam jogando pedras e que os soldados atiraram em resposta a uma ameaça. O pai de Amer, que estava em casa quando o incidente aconteceu, recebeu a notícia do ferimento do filho e ficou devastado ao saber que ele havia morrido. Imagens mostram que os soldados dispararam 47 tiros contra os adolescentes. O pai expressou sua dor, afirmando que seu filho não merecia morrer. Autoridades, incluindo um deputado e o governador de Nova Jersey, chamaram a morte de Amer de uma atrocidade e pediram explicações ao governo israelense. A situação destaca a complexidade do conflito entre Israel e Palestina, com a comunidade palestina clamando por justiça.
Membros da comunidade palestina em Nova Jersey, nos Estados Unidos, realizaram um protesto nesta terça-feira em resposta à morte de um adolescente palestino-americano por soldados israelenses na Cisjordânia. O jovem, identificado como Amer Rabee, foi morto em Turmus Aya no último domingo, enquanto outros dois adolescentes que o acompanhavam também foram baleados, mas sobreviveram. Durante a coletiva de imprensa, líderes comunitários exigiram que o governo dos Estados Unidos investigue o incidente, destacando a necessidade de visibilidade para as histórias da comunidade.
A indignação pela morte de Amer se intensifica em um contexto de violência crescente, com mais de novecentos palestinos mortos na Cisjordânia desde o início de outubro de 2023, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Em contraste, cerca de trinta israelenses foram mortos na mesma região nesse período. Amer, que nasceu em Nova Jersey, havia se mudado para a Cisjordânia em 2013, mas sua família continua a dividir o tempo entre os dois locais.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) não confirmaram a identidade do adolescente, mas divulgaram um vídeo alegando que ele e os outros jovens estavam jogando pedras. Um porta-voz das FDI afirmou que os soldados abriram fogo em resposta a uma ameaça à segurança de civis. O pai de Amer, que estava em casa no momento do incidente, relatou que recebeu a notícia do ferimento do filho enquanto ele colhia amêndoas. Imagens de vigilância indicam que os soldados dispararam 47 tiros contra os jovens.
O pai de Amer, Mohammed Rabee, expressou sua dor e indignação, afirmando que seu filho não merecia morrer. O deputado Bonnie Watson Coleman, de Nova Jersey, e o governador Phil Murphy também se manifestaram, chamando a morte de Amer de “atrocidade” e pedindo esclarecimentos ao governo israelense. A situação reflete a complexidade e a tensão contínua no conflito entre Israel e Palestina, com a comunidade palestina clamando por justiça e reconhecimento.
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