Um homem de 32 anos foi resgatado em Waterbury, Connecticut, após ser mantido em cativeiro por seu pai e madrasta desde os 12 anos. Ele não era visto publicamente desde 2005 e provocou um incêndio em sua casa para chamar a atenção dos bombeiros, o que levou ao seu resgate em fevereiro. Durante duas décadas, ele viveu em um pequeno quarto, sendo trancado por quase 23 horas por dia. No hospital, revelou que não tomava banho há mais de um ano e que sua alimentação era muito limitada, consistindo em sanduíches ocasionais. Ele pesava apenas 31 quilos e não recebia cuidados médicos há 20 anos. A última visita da polícia à sua casa foi em abril de 2005, quando seu pai fez uma denúncia sobre pessoas que se preocupavam com o bem-estar do filho. A madrasta, Kimberly Sullivan, de 57 anos, foi indiciada por sequestro e outras acusações, podendo enfrentar uma pena de prisão perpétua. Professores e vizinhos já haviam expressado preocupações sobre o estado do homem antes de seu desaparecimento, mas as autoridades não tomaram medidas. Após a morte do pai, o confinamento do homem se intensificou, e ele finalmente conseguiu escapar. O caso gerou grande comoção na comunidade, que agora questiona a eficácia das intervenções das autoridades. O homem está em recuperação e um tutor foi designado para protegê-lo. A madrasta se declarou inocente e seu advogado atribuiu a responsabilidade ao pai biológico, que faleceu no ano passado.
Um homem de 32 anos foi resgatado após ser mantido em cativeiro por seu pai e madrasta em Waterbury, Connecticut, desde os 12 anos. Ele não era visto publicamente desde 2005 e provocou um incêndio em sua casa para chamar a atenção dos bombeiros, o que resultou em seu resgate em fevereiro. Durante duas décadas, ele viveu em um quarto de 2,4 m por 2,7 m, sendo trancado por cerca de 23 horas diárias.
No hospital, o homem revelou que não tomava banho há mais de um ano e que sua alimentação era precária, consistindo em sanduíches ocasionais. Ele pesava apenas 31 quilos e não recebia cuidados médicos há 20 anos. A última visita policial à sua casa ocorreu em abril de 2005, quando seu pai fez uma denúncia sobre o assédio de pessoas que se preocupavam com o bem-estar do filho. A madrasta, Kimberly Sullivan, de 57 anos, foi indiciada por sequestro, agressão e outras acusações, podendo enfrentar uma pena de prisão perpétua.
Professores e vizinhos do homem relataram preocupações sobre seu estado antes de seu desaparecimento, mas as autoridades determinaram que ele estava bem. O ex-diretor da escola primária Barnard, Tom Pannone, fez várias chamadas ao Departamento de Crianças e Famílias, mas as investigações não resultaram em ações concretas. Após a morte do pai, o confinamento do homem se intensificou, e ele finalmente conseguiu escapar do cativeiro.
O caso gerou grande comoção na comunidade, que agora se questiona sobre a eficácia das intervenções das autoridades. O homem, que está em recuperação, ainda não fez declarações públicas, e um tutor foi designado para proteger seus interesses. A madrasta se declarou inocente e seu advogado atribuiu a responsabilidade ao pai biológico, que faleceu no ano passado.
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