O fenômeno La Niña, que começou em dezembro de 2024, foi oficialmente encerrado, segundo a NOAA. As águas do Oceano Pacífico Equatorial, que estavam frias, voltaram a um estado normal. Isso deve afetar o clima global, especialmente no Brasil. Para o segundo semestre de 2025, há 38% de chance de que a La Niña retorne e menos de 20% de chance de um novo El Niño. Meteorologistas alertam que, durante a La Niña, o Brasil teve mais chuvas no Norte e Nordeste, enquanto o Centro-Sul ficou seco. Agora, espera-se um clima mais instável, com o Sul alternando entre períodos de chuva e seca, o que pode impactar a agricultura e os recursos hídricos.
O fenômeno La Niña, que teve início em dezembro de 2024, chegou ao fim, conforme anunciado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA). O resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial não se sustentou, resultando em um estado de neutralidade climática.
A NOAA confirmou que as temperaturas do mar na região central do Pacífico, anteriormente abaixo da média, normalizaram-se. A anomalia de temperatura na região Niño 3.4, essencial para a caracterização de El Niño e La Niña, também retornou a condições neutras. Essa mudança deve impactar os padrões climáticos globais, especialmente no Brasil.
Com o fim do fenômeno, as previsões para o segundo semestre de 2025 indicam 38% de chance de retorno da La Niña e menos de 20% de probabilidade de um novo El Niño. A transição para a neutralidade pode gerar um clima mais instável, alterando a distribuição de chuvas no Brasil, onde o Norte e o Nordeste podem enfrentar uma leve diminuição nas precipitações.
Meteorologistas da Climatempo alertam que, durante a La Niña, o Brasil experimentou aumento de chuvas no Norte e Nordeste, enquanto o Centro-Sul enfrentou tempo seco. Agora, a expectativa é de um clima mais irregular, com o Sul alternando entre períodos de chuva e seca. Essa dinâmica climática pode afetar a agricultura e os recursos hídricos no país.
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