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Polícia Civil do Rio desmantela esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho

Polícia Civil do Rio bloqueia R$ 6 bilhões em depósitos do Comando Vermelho e investiga fintech ligada ao tráfico. A operação já resultou em prisões.

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As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro resultaram no bloqueio de R$ 6 bilhões em depósitos ligados ao Comando Vermelho. A operação, que ocorreu em São Paulo e no Rio, levou à prisão de duas pessoas e identificou uma fintech suspeita de ajudar na lavagem de dinheiro. O delegado Jefferson Ferreira informou que muitos depósitos eram feitos em notas de R$ 5, R$ 10 e R$ 20, frequentemente em condições ruins, como mofadas e com cheiro de droga. Os valores, que variavam de R$ 150 mil a R$ 750 mil, eram depositados por membros da facção em comunidades sob seu controle, com frequência de duas a três vezes por semana. A fintech 4TBank, que operava sem autorização do Banco Central, foi identificada como um intermediário importante no esquema, facilitando a movimentação de grandes quantias que eram enviadas para instituições financeiras em regiões de fronteira, ligadas ao tráfico de drogas. A operação, considerada a maior já realizada contra o CV, envolveu 46 mandados de busca e apreensão e investigou 22 empresas fictícias que atuavam como fachada. O secretário de Segurança, Victor Santos, destacou a importância das investigações para desmantelar a estrutura financeira que sustenta o tráfico e a violência no estado.

As investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro resultaram no bloqueio de R$ 6 bilhões em depósitos relacionados ao Comando Vermelho (CV). A operação, que ocorreu em São Paulo e no Rio, levou à prisão de duas pessoas e identificou uma fintech suspeita de facilitar a lavagem de dinheiro.

O delegado Jefferson Ferreira relatou que muitos dos depósitos eram feitos em notas de R$ 5, R$ 10 e R$ 20, frequentemente em condições inadequadas, como “mofadas e com cheiro de droga”. Os depósitos, que variavam de R$ 150 mil a R$ 750 mil, eram realizados por integrantes da facção em comunidades sob seu controle, com frequência de duas a três vezes por semana.

A fintech 4TBank, que operava sem autorização do Banco Central, foi identificada como um intermediário crucial no esquema. A empresa, que tinha vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC), facilitava a movimentação de grandes quantias, que eram posteriormente enviadas para instituições financeiras em regiões de fronteira, ligadas ao tráfico de drogas.

A operação, considerada a maior já realizada contra o CV, envolveu 46 mandados de busca e apreensão e a investigação abrange 22 empresas fictícias que atuavam como fachada. O secretário de Segurança, Victor Santos, destacou a importância das investigações para desmantelar a estrutura financeira que sustenta o tráfico e a violência no estado.

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