Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Desastres climáticos aumentam no Brasil e gestão de riscos permanece ineficaz

Desastres climáticos no Brasil revelam falhas na gestão pública e urgência em ações preventivas. O país enfrenta um cenário alarmante de vulnerabilidade.

0:00
Carregando...
0:00

Em fevereiro de 2022, 93 pessoas morreram em Petrópolis, no Rio de Janeiro, devido a deslizamentos de terra, mostrando a fragilidade das comunidades diante de desastres climáticos. Recentemente, novas chuvas fortes causaram mais estragos, levando o governo a declarar estado de emergência em cidades como Angra dos Reis e Duque de Caxias. As obras de contenção, muitas vezes inacabadas, não foram suficientes para evitar os danos. O governo federal é criticado pela falta de planejamento e recursos para prevenir esses desastres. Em 2023, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais emitiu 3.620 alertas, o maior número em 14 anos, e um terço dos municípios brasileiros está em alta vulnerabilidade. A Confederação Nacional de Municípios informou que 57% das cidades não têm sistemas de alerta. Entre 2020 e 2024, a União liberou R$ 3 bilhões para prevenção e resposta a desastres, mas esse valor é considerado insuficiente, já que os prejuízos podem chegar a R$ 544 bilhões. O planejamento para prevenir e reduzir riscos ainda é lento. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, reconhece que o lançamento do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, prometido para junho de 2024, está atrasado. Ele afirma que a preparação para desastres é uma questão cultural e que a população precisa entender que os governos locais têm estratégias de contingência. A frequência e a intensidade dos desastres climáticos devem continuar a aumentar, mas a resiliência da população pode melhorar com o tempo.

Em fevereiro de 2022, 93 pessoas morreram no Morro da Oficina, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em uma tragédia que expôs a vulnerabilidade das comunidades a desastres climáticos. Recentemente, novas enxurradas e deslizamentos levaram a União a declarar estado de emergência em várias cidades, incluindo Angra dos Reis e Duque de Caxias.

As obras de contenção, muitas inacabadas, não impediram os estragos. O governo federal enfrenta críticas pela falta de planejamento e recursos adequados para prevenção. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu 3.620 alertas de riscos em 2023, o maior número em quatorze anos. Um terço dos municípios brasileiros está em alta vulnerabilidade para desastres.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que 57% das cidades não possuem sistemas de alerta. Entre 2020 e 2024, a União liberou R$ 3 bilhões para prevenção e resposta a desastres, valor considerado insuficiente diante de prejuízos estimados em R$ 544 bilhões. O planejamento para prevenção e redução de riscos ainda é lento.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, reconhece o atraso no lançamento do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, prometido para junho de 2024. A preparação para desastres é uma questão cultural, e a população deve entender que os governos locais têm estratégias de contingência. A resiliência aumentará, mas a frequência e a intensidade dos eventos climáticos não devem diminuir.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais