O documentário “Pangolin: Kulu’s Journey” da Netflix conta a história de Kulu, um pangolim que foi resgatado do tráfico ilegal de animais. O filme, que dura noventa minutos, mostra como Kulu é reabilitado na África do Sul e os desafios que a espécie enfrenta para sobreviver. Kulu, que tinha apenas três meses quando foi salvo, é descrito pela diretora Pippa Ehrlich como um animal com uma personalidade forte. O voluntário Gareth Thomas, que ajudou no resgate, acompanha Kulu em caminhadas diárias que ajudam na sua recuperação. O pangolim, uma das espécies mais ameaçadas devido à caça ilegal, é alvo de um tráfico que movimenta cerca de 20 bilhões de dólares por ano, principalmente na China e nos Estados Unidos. Ray Jansen, cofundador do African Pangolin Working Group, participou do resgate de Kulu e de mais de 300 pangolins desde 2016. Ele observa que, apesar de uma redução na caça, o crime organizado ainda é um grande problema. A veterinária Karin Lourens, do Johannesburg Wildlife Veterinary Hospital, destaca que a taxa de sobrevivência dos pangolins resgatados aumentou de 40% para 80% nos últimos anos. O documentário também menciona as cercas elétricas que matam muitos pangolins e os esforços para criar cercas que protejam a vida selvagem. Um novo espaço chamado “pangolarium” foi criado para ajudar na transição dos pangolins entre o hospital e a natureza. Ehrlich espera que o filme aumente a conscientização sobre a fragilidade dos pangolins e inspire ações para sua proteção.
O documentário da Netflix “Pangolin: Kulu’s Journey” destaca a história de Kulu, um pangolim resgatado do tráfico ilegal de animais. O filme, com duração de noventa minutos, mostra o processo de reabilitação do animal na África do Sul, abordando os desafios enfrentados na conservação da espécie.
Kulu, um pangolim de três meses, foi salvo de uma operação de tráfico. A diretora Pippa Ehrlich, conhecida pelo documentário “My Octopus Teacher”, descreve Kulu como um animal com uma personalidade forte e independente. O voluntário de conservação Gareth Thomas, que participou do resgate, acompanhou Kulu em suas caminhadas diárias, essenciais para sua recuperação. Essas caminhadas, que podem durar até seis horas, ajudam o pangolim a se adaptar ao seu novo habitat e a superar o trauma da cativeiro.
O pangolim, conhecido como Temminck’s pangolin, é um dos oito tipos da espécie e enfrenta sérios riscos devido à caça ilegal. O tráfico de pangolins movimenta cerca de 20 bilhões de dólares anualmente, com a demanda concentrada na China e nos Estados Unidos. Entre 2017 e 2019, mais da metade das apreensões de pangolins na Ásia foram de espécies africanas.
Ray Jansen, cofundador do African Pangolin Working Group, participou do resgate de Kulu e de mais de 300 pangolins entre 2016 e 2024. Ele destaca que, embora tenha havido uma diminuição na caça oportunista, redes de crime organizado ainda representam uma ameaça significativa. A veterinária Karin Lourens, cofundadora do Johannesburg Wildlife Veterinary Hospital, enfatiza a dificuldade de tratar pangolins resgatados, cuja taxa de sobrevivência aumentou de 40% para 80% ao longo dos anos.
O documentário também aborda a questão das cercas elétricas, que têm causado a morte de muitos pangolins na África do Sul. Jansen e Thomas estão trabalhando em um estudo para desenvolver cercas que protejam a vida selvagem. Além disso, um novo “pangolarium” foi inaugurado, servindo como um espaço de transição para os pangolins entre o hospital e a liberação na natureza.
Ehrlich espera que o filme ajude a aumentar a conscientização sobre a fragilidade dos pangolins e inspire ações para sua proteção. Ela ressalta que “não há nada como um pangolim”, destacando a importância de ver esses animais como criaturas únicas e especiais, e não apenas como os mais traficados do mundo.
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