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Feminicídio em Bogotá: mulher é morta por ex-parceiro em salão de beleza

Moradores de Ciudad Bolívar se unem em protesto após feminicídio de Yesica Paola, enquanto autoridades identificam 2.500 mulheres em risco na região.

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Yesica Paola Chávez Bocanegra, de 26 anos, foi morta em uma peluqueria em Ciudad Bolívar por seu ex-parceiro, um policial com histórico de violência, que disparou dez vezes contra ela e depois se suicidou. A comunidade se reuniu em um velatón, com mais de mil pessoas pedindo justiça e apoio à família de Yesica. A Secretaria de la Mujer identificou cerca de 2.500 mulheres em risco de feminicídio na cidade. O crime foi registrado por câmeras de segurança, mas a família pediu que as imagens não fossem divulgadas. O autor, Andrés Julián Mesa, de 36 anos, tinha um histórico de violência e já havia sido denunciado por Yesica, que recebia acompanhamento desde junho do ano passado. A lideresa comunitária Bellanir Montes destacou que Yesica era uma mulher dedicada aos filhos e pediu que a Polícia Nacional investigasse o caso, já que Mesa era membro ativo da corporação. O comandante da polícia de Bogotá, Giovanni Cristancho, afirmou que uma investigação interna está em andamento. A situação em Ciudad Bolívar é preocupante, com três feminicídios registrados apenas em abril, e a luta por justiça e proteção às mulheres continua.

Yesica Paola Chávez Bocanegra, de 26 anos, foi assassinada em uma peluqueria em Ciudad Bolívar por seu ex-parceiro, um policial com histórico de violência. O crime ocorreu na noite de terça-feira, quando o homem disparou dez vezes contra a mulher e, em seguida, cometeu suicídio.

A comunidade local se mobilizou em um velatón, onde mais de mil pessoas pediram justiça e apoio à família de Yesica. A Secretaria de la Mujer identificou cerca de 2.500 mulheres em risco de feminicídio na cidade, destacando a gravidade da situação.

O crime foi registrado por câmeras de segurança, e a família de Yesica solicitou que as imagens não fossem divulgadas. O autor, Andrés Julián Mesa, de 36 anos, tinha um histórico de violência e já havia sido denunciado pela vítima. A Secretaria de la Mujer informou que Yesica recebeu acompanhamento desde junho do ano passado.

A lideresa comunitária Bellanir Montes, que participou do velatón, destacou que Yesica era uma mulher trabalhadora e dedicada aos filhos. Montes também pediu que a Polícia Nacional investigasse o caso, uma vez que Mesa era membro ativo da corporação.

O comandante da polícia de Bogotá, Giovanni Cristancho, afirmou que uma investigação interna está em andamento. A situação em Ciudad Bolívar é alarmante, com três feminicídios registrados apenas em abril. A luta por justiça e proteção às mulheres continua, com a comunidade clamando por mudanças efetivas.

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