Arthur Henrique de Paula, um homem de 38 anos, foi preso em Minas Gerais suspeito de matar sua companheira, Fernanda Dantas, em uma pousada em Belo Horizonte durante uma reunião familiar. Após o crime, ele fugiu e foi encontrado em Curvelo, a cerca de 160 km da capital, apresentando sinais de embriaguez. A prisão foi convertida em preventiva para garantir a ordem pública. A defesa de Arthur alegou que ele tem esquizofrenia e não prejudicaria as investigações se fosse solto. Testemunhas relataram que ele atacou Fernanda com um facão enquanto todos estavam juntos na pousada. A vítima foi atingida na nuca e não sobreviveu. A família de Arthur disse que ele havia consumido álcool na noite do crime e que seu tratamento para esquizofrenia havia sido interrompido há um ano. O caso foi registrado como feminicídio.
Um homem de 38 anos, Arthur Henrique de Paula, foi preso em Minas Gerais, suspeito de matar sua companheira, Fernanda Dantas, em uma pousada em Belo Horizonte. O crime ocorreu durante uma confraternização familiar na última quinta-feira, primeiro de maio. Arthur fugiu do local e foi encontrado em Curvelo, a cerca de 160 quilômetros da capital mineira, apresentando sinais de embriaguez.
A prisão de Arthur foi convertida em preventiva pelo juiz de plantão, que justificou a decisão pela necessidade de garantir a ordem pública. O caso foi registrado como feminicídio. A Defensoria Pública, que representa o suspeito, alegou que ele possui um diagnóstico de esquizofrenia e que sua liberdade não prejudicaria as investigações. Durante a audiência de custódia, o defensor pediu a inclusão de Arthur em um programa de acompanhamento para pessoas com sofrimento mental.
Testemunhas relataram que Arthur atacou Fernanda com um facão enquanto estavam reunidos com familiares. A vítima foi atingida na nuca e não resistiu aos ferimentos. O irmão de Arthur conseguiu contê-lo e se abrigou no banheiro com a mãe e a esposa. A perícia confirmou a morte de Fernanda, de 40 anos.
Os familiares de Arthur informaram à polícia que ele havia consumido meia garrafa de vinho e cerveja sem álcool na noite do crime. Embora o casal tivesse um histórico de conflitos, eles estavam em processo de reconciliação e planejavam uma viagem ao Chile. Minas Gerais registrou 411 tentativas de feminicídio em 2024, com um número recorde de casos consumados.
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