A psicóloga Mayara Massa, que é cadeirante e tem osteogênese imperfeita, relatou ter sido desrespeitada durante o show da banda System of a Down em São Paulo. Em um vídeo, ela descreveu a experiência como “horrível” e disse que a produção do evento colocou a vida dela e de outras pessoas em risco. Mayara chegou ao local do show com antecedência, mas o transporte que a levaria à área para pessoas com deficiência chegou atrasado, fazendo com que ela e outros chegassem ao espaço já durante a apresentação. Ela afirmou que a área estava superlotada com pessoas sem deficiência, dificultando a visão do palco. Mayara foi empurrada várias vezes e, preocupada com sua segurança, pediu ajuda a um bombeiro, que também ficou assustado com a situação. Embora tenha sido levada para um lugar melhor, isso aconteceu já perto do fim do show. Após a apresentação, o transporte para pessoas com deficiência demorou duas horas para buscá-los. Mayara conversou com uma representante da empresa responsável pelo evento, que alegou que a área para deficientes foi ocupada por pessoas que se diziam autistas, mas não apresentaram laudos. A empresa responsável pela venda de ingressos afirmou não ser responsável pela organização do evento.
A psicóloga Mayara Massa, cadeirante e portadora de osteogênese imperfeita, denunciou desrespeito durante o show da banda System of a Down, realizado em São Paulo. Em um vídeo nas redes sociais, ela descreveu a experiência como uma “situação horrível”, destacando a falta de acessibilidade e segurança na área destinada a pessoas com deficiência.
Mayara chegou ao autódromo de Interlagos com antecedência, mas o transporte que a levaria à área exclusiva chegou atrasado, fazendo com que ela e outros cadeirantes chegassem ao local apenas quando a banda já tocava a quinta música. “O local estava superlotado, tomado por outros fãs que não tinham deficiência,” afirmou. Ela relatou ter sido empurrada diversas vezes, o que representa um risco para sua condição de saúde.
Durante o show, Mayara pediu ajuda a um bombeiro para ser retirada da área, que estava caótica. “O agente estava assustado com a situação,” disse. Após ser levada para um local um pouco melhor, a apresentação já estava quase no fim. O transporte para pessoas com deficiência só chegou duas horas após o término do evento.
A psicóloga também relatou que conversou com uma representante da empresa promotora do evento, 30e, que alegou que a área para pessoas com deficiência foi invadida por pessoas que se diziam autistas, mas não apresentaram laudos. A reportagem tentou contato com a 30e, mas não obteve resposta. A Eventim, responsável pela venda de ingressos, afirmou que a organização do evento é de responsabilidade do promotor.
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