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Movimento propõe ‘zonas amarelas’ para diversificar debates climáticos na COP30

**Yellow zones em Belém promovem inclusão e soluções climáticas durante a COP30, com foco em comunidades periféricas e juventude.**

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As yellow zones foram criadas pelo movimento COP das Baixadas para levar o debate sobre mudanças climáticas para comunidades periféricas durante a COP30, que acontecerá em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. Com a participação de 15 organizações, o objetivo é que essas zonas se tornem uma prática em futuras conferências. Quatro yellow zones já estão ativas em Belém, em locais como o Gueto Hub e a biblioteca Barca Literária, oferecendo cursos e debates voltados para jovens. Jean da Silva, um dos fundadores, afirma que a iniciativa busca atender as necessidades das comunidades que não serão contempladas pela COP. Além disso, as yellow zones têm um foco cultural e social, buscando atrair investimentos e valorizar as potencialidades locais. Um centro de informação turística já funciona na Barca Literária e um novo centro cultural está sendo construído na Vila da Barca, que terá um museu e espaços para formação profissional. Antes da COP30, a COP das Baixadas será coanfitriã da 20ª Conferência da Juventude (COY), reunindo jovens ativistas de todo o mundo para discutir mudanças climáticas. Durante a COP30, as yellow zones abordarão temas como racismo ambiental e direitos dos rios, se firmando como referências em soluções climáticas.

As yellow zones, criadas pelo movimento COP das Baixadas, têm como objetivo descentralizar o debate climático e beneficiar comunidades periféricas durante a COP30, que ocorrerá em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. O coletivo, formado por 15 organizações, busca que essas zonas se tornem uma prática em futuras conferências do clima.

Quatro yellow zones já estão em funcionamento em Belém, localizadas em espaços comunitários como o Gueto Hub e a biblioteca Barca Literária. Essas áreas promovem atividades voltadas para jovens, incluindo cursos e debates sobre mudanças climáticas. Jean da Silva, um dos fundadores do movimento, destaca que a iniciativa visa atender às expectativas das comunidades que não serão atendidas pela COP.

As yellow zones também têm um caráter cultural e social, buscando atrair investimentos e promover as potencialidades locais. Na Barca Literária, um centro de informação turística já está em operação, visando conectar visitantes à comunidade. Além disso, um novo centro cultural está sendo construído na Vila da Barca, que incluirá um museu e espaços para formação profissional.

Antes da COP30, a COP das Baixadas será coanfitriã da 20ª Conferência da Juventude (COY), que reunirá jovens ativistas de todo o mundo para discutir suas perspectivas sobre as mudanças climáticas. Durante a COP30, as yellow zones poderão abordar temas urgentes, como racismo ambiental e direitos dos rios, enquanto se consolidam como referências em soluções climáticas para o futuro.

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