A Polícia Militar de São Paulo prendeu Jean Carlos Teixeira da Silva, tesoureiro do Bonde do Magrelo, em Rio Claro. Ele é acusado de tráfico de drogas e homicídios e já tinha sido preso antes, mas foi liberado. Jean, de 41 anos, conhecido como Boi ou Jean do Lagoa Seca, era responsável pelas finanças do grupo e não permitia que nenhuma transação acontecesse sem sua autorização. A prisão ocorreu após informações de que ele estava na área. O Bonde do Magrelo, rival do PCC, tem se envolvido em crimes violentos na região. O grupo não possui uma hierarquia clara e surgiu após disputas por controle de pontos de venda de drogas. O líder, Anderson Ricardo de Menezes, conhecido como Magrelo, já foi alvo de operações policiais e tem um histórico de violência crescente.
A Polícia Militar de São Paulo prendeu Jean Carlos Teixeira da Silva, tesoureiro do Bonde do Magrelo, em Rio Claro, na segunda-feira (19). Ele é acusado de envolvimento em tráfico de drogas e homicídios. Silva, de 41 anos, foi encontrado no Parque das Indústrias e é considerado um dos principais alvos de uma operação em andamento.
Silva, conhecido pelos apelidos Boi e Jean do Lagoa Seca, já havia sido preso recentemente, mas foi liberado na audiência de custódia. O Ministério Público recorreu da decisão, e ele voltou a ser considerado foragido. O tesoureiro é responsável pela contabilidade do grupo, e nenhuma transação era concluída sem sua autorização.
Atuação do Bonde do Magrelo
O Bonde do Magrelo, rival do Primeiro Comando da Capital (PCC), atua em Rio Claro e Araras. O grupo é liderado por Anderson Ricardo de Menezes, conhecido como Magrelo. As investigações indicam que a facção é responsável por um aumento nas mortes violentas na região, disputando pontos de venda de drogas com o PCC.
O grupo começou a se destacar após um atentado em São Pedro, em junho de 2022, quando um empresário foi executado. Magrelo, que já foi alvo de operações policiais, tem um histórico de violência crescente e acesso a armamento pesado. Ele foi preso em uma operação em Novo Horizonte, mas escapou por uma portinhola em sua casa.
A prisão de Silva representa um desdobramento importante nas ações contra o Bonde do Magrelo, que tem se mostrado uma ameaça crescente à segurança pública no interior de São Paulo. O caso foi registrado como captura de procurado e Silva permanece à disposição da Justiça.
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