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Grupos independentes denunciam crimes virtuais em plataformas como o Discord

Grupos independentes denunciam crimes virtuais no Discord, enquanto um caso de automutilação ao vivo gera repercussão e prisão do autor.

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O programa Profissão Repórter mostrou a atuação de grupos que denunciam crimes virtuais em plataformas como o Discord. Durante uma gravação, um desses grupos registrou ao vivo um caso de automutilação de uma jovem, que foi induzida por um homem a se ferir. O homem, que é maior de idade, foi preso após o incidente. Na transmissão, ele orientou a menina a afirmar que tinha 18 anos e a pressionou a se cortar nas pernas enquanto 40 pessoas assistiam. A transmissão foi interrompida brevemente pela entrada da mãe da jovem, mas ela voltou a se ferir após a saída dela. O conteúdo foi denunciado, mas ficou no ar por um tempo antes de ser removido. O Ciberlab, da Polícia Civil, investigou o caso e descobriu que o autor também estava envolvido em um planejamento de assassinato. O advogado do homem afirmou que ele é inocente. O diretor do Ciberlab disse que mais de 60 operações contra crimes cibernéticos foram feitas em 2025 e destacou o compromisso do Discord em manter a segurança online, investindo em ferramentas e equipes para monitorar e agir contra abusos na plataforma.

O programa Profissão Repórter destacou a atuação de grupos independentes que combatem crimes virtuais em plataformas digitais, como o Discord. Durante uma gravação, um investigador digital registrou um caso alarmante de automutilação ao vivo, onde uma jovem foi induzida por um homem a se ferir.

A transmissão mostrava a adolescente sendo pressionada a fazer cortes nas próprias pernas, enquanto o autor, um homem maior de idade, orientava que ela afirmasse ter 18 anos. Aproximadamente 40 pessoas assistiam à cena, sendo 34 apenas espectadores. A transmissão foi interrompida temporariamente pela entrada da mãe da jovem, mas foi retomada após sua saída.

Após a denúncia, o conteúdo foi removido, mas não antes de causar grande preocupação. A investigação do Ciberlab, núcleo da Polícia Civil especializado em crimes digitais, revelou que o homem responsável pela indução foi preso em abril, também suspeito de envolvimento em um planejamento de assassinato. O advogado de defesa de Kaique Santana alegou que os fatos do inquérito não correspondem à verdade e que ele provará sua inocência.

Compromisso com a Segurança

O diretor do Ciberlab, Alessandro Barreto, informou que mais de 60 operações contra crimes cibernéticos foram realizadas em 2025. Ele enfatizou que “violência e atividades ilegais não têm lugar no Discord ou na sociedade”. A plataforma investe em ferramentas de segurança e moderação para proteger seus 200 milhões de usuários globalmente.

Barreto destacou que a empresa conta com equipes especializadas que monitoram e tomam medidas contra grupos que promovem ideologias de ódio ou violência. As ações podem incluir o banimento de usuários e a colaboração com autoridades, sempre em conformidade com a legislação vigente. A plataforma reafirma seu compromisso em oferecer um ambiente seguro e positivo para todos os usuários no Brasil.

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