O major Alexandro Marcolino Gomes, da Polícia Militar do Paraná, foi preso na manhã de quinta-feira em Maringá. Ele é investigado por cobrar e receber propina, além de intimidar subordinados. A operação “Zero UM” também prendeu outro policial militar. Gomes, que comanda a 3ª CIPM de Loanda, é acusado de manipular procedimentos disciplinares e inquéritos. A investigação começou em setembro de 2024, após denúncias recebidas pelo Ministério Público. A defesa do major ainda não teve acesso ao processo e irá se manifestar depois de conhecer as acusações. A Polícia Militar não comentou o caso. A operação, realizada pelo Gaeco, incluiu mandados de busca e apreensão e prisões em várias cidades do estado. Os crimes investigados são concussão, corrupção ativa e passiva, envolvendo agentes de segurança pública. O Gaeco afirma que o esquema inclui a venda de transferências de policiais e decisões em inquéritos militares.
O major Alexandro Marcolino Gomes, da Polícia Militar do Paraná, foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (22) em Maringá. Ele é investigado por cobrança e recebimento de propina. A operação, chamada “Zero UM”, também resultou na detenção de outro policial militar.
Gomes, que comanda a 3ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar) de Loanda, é acusado de intimidar subordinados e manipular procedimentos disciplinares, inquéritos policiais e transferências de unidades. O Ministério Público do Paraná recebeu denúncias que levaram à investigação, iniciada em setembro de 2024.
A defesa do major afirmou que ainda não teve acesso ao processo e que se manifestará apenas após conhecer as acusações. A Polícia Militar não comentou o caso. A operação foi conduzida pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e incluiu nove mandados de busca e apreensão, além de mandados de prisão e afastamento de funções públicas em várias cidades do estado.
Os crimes sob investigação incluem concussão, corrupção ativa e passiva, com possível envolvimento de agentes de segurança pública. O esquema, segundo o Gaeco, envolve a venda de transferências de policiais e decisões em inquéritos militares, evidenciando a gravidade das acusações contra o oficial.
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