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Mulher é presa por integrar grupo que cometia abusos em clínica de Magé

Mulher presa em Magé é acusada de crimes graves em clínica clandestina. Investigação busca outros três suspeitos envolvidos nos abusos.

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Uma mulher que foi interna de uma clínica clandestina em Magé foi presa após investigações sobre abusos e maus-tratos a pacientes. A operação foi realizada por policiais civis e a mulher, que agora é coordenadora do local, é acusada de crimes graves como estupro, associação criminosa, cárcere privado e maus-tratos. As investigações começaram depois que a clínica foi fechada, revelando que os pacientes viviam em condições desumanas. A mulher, que já tinha várias anotações criminais, foi encontrada trabalhando em um centro terapêutico em Seropédica. Três outros suspeitos ainda estão foragidos, e a polícia continua buscando responsabilizar todos os envolvidos. A Justiça autorizou a prisão e mandados foram expedidos.

Uma mulher, ex-interna de uma clínica clandestina em Magé, foi presa na sexta-feira (23) após investigações que revelaram abusos e maus-tratos a pacientes. A operação foi conduzida por policiais civis da 66ª DP (Piabetá) e da 65ª DP (Magé).

A acusada, que agora é coordenadora do local, é investigada por crimes graves, incluindo estupro, associação criminosa, cárcere privado e maus-tratos. As apurações começaram após a descoberta da clínica, onde os pacientes eram submetidos a condições desumanas. A mulher, que já possui diversas anotações criminais, foi encontrada trabalhando em um centro terapêutico em Seropédica.

As investigações se intensificaram após o fechamento da clínica, com o objetivo de responsabilizar todos os envolvidos. Três outros suspeitos ainda estão foragidos. A polícia informou que a mulher, em sua nova função, administrava medicamentos e mantinha a ordem no local, frequentemente utilizando violência física.

A Justiça acatou o pedido de prisão e mandados foram expedidos. A captura da coordenadora representa um avanço nas investigações, que continuam em busca dos demais responsáveis pelos crimes cometidos na clínica.

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