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PM é detido em São Paulo após namorada ser morta por tiro de sua arma

Policial militar é preso após namorada morrer com tiro na cabeça em São Paulo. Investigação apura as circunstâncias do disparo.

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Um policial militar foi preso em São Paulo após a morte de sua namorada, Angélica Ramos Pereira, de 37 anos, que levou um tiro na cabeça. O incidente aconteceu na Vila Gustavo, de madrugada, e o policial, Valdelício Pereira de Oliveira, de 38 anos, disse que o disparo foi acidental, afirmando que Angélica pediu para ver a arma. Ele contou a um tio da vítima que ela manuseou a arma e disparou sem querer, mas a Secretaria da Segurança Pública informou que ele estava com a arma no momento do tiro. Angélica foi socorrida e levada ao hospital, onde passou por cirurgia, mas não sobreviveu. O caso está sendo investigado pela SSP e Valdelício permanece detido no Presídio Militar Romão Gomes após a audiência de custódia. A defesa do policial não foi encontrada para comentar a situação.

Um policial militar foi preso em São Paulo após a morte de sua namorada, Angélica Ramos Pereira, de 37 anos, que foi atingida por um tiro na cabeça. O incidente ocorreu na Vila Gustavo, por volta das 5h45 de domingo, 25 de setembro. O policial, Valdelício Pereira de Oliveira, de 38 anos, alegou que o disparo foi acidental, afirmando que Angélica pediu para ver a arma.

De acordo com o boletim de ocorrência, Valdelício relatou a um tio da vítima que Angélica manuseou a arma e disparou acidentalmente. No entanto, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o policial estava com a arma no momento do disparo. O caso foi registrado no 73º Distrito Policial, onde o tio da vítima formalizou a ocorrência.

Angélica foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital das Clínicas, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. O policial foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, onde permanece detido após audiência de custódia.

A SSP ainda investiga as circunstâncias do ocorrido, e a defesa do policial não foi localizada para comentar o caso. O episódio levanta questões sobre a segurança no manuseio de armas por agentes de segurança e a responsabilidade em situações de risco.

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