Magnilson da Silva Araújo, de 34 anos, desapareceu em 7 de abril durante uma caçada na rodovia AM-352, no Amazonas. Ele foi encontrado após mais de 50 dias perdido na floresta, em 28 de junho, desidratado e debilitado. Magnilson contou que sobreviveu com frutos da região, como buriti e cacauzinho-do-mato, e construiu um abrigo improvisado para se proteger da chuva. Ele se perdeu após decidir seguir um caminho diferente durante a caçada. Após ser resgatado, foi levado ao hospital em Manacapuru, onde ficou internado até 30 de junho. Magnilson relatou que, nos primeiros dias, dormia em galhos de árvores para evitar animais. Ele reapareceu próximo a uma casa e pediu ajuda, sendo acolhido por moradores que lhe ofereceram comida. O Corpo de Bombeiros iniciou as buscas três dias após seu desaparecimento, mas elas foram encerradas em 21 de abril, sem sucesso. A polícia investiga o tipo de caça que estava sendo praticada na área no dia do desaparecimento.
Magnilson da Silva Araújo, de 34 anos, foi encontrado após mais de 50 dias desaparecido na floresta amazônica. Ele sumiu no dia 7 de abril durante uma caçada na rodovia AM-352, em uma área de pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). As buscas foram encerradas em 21 de abril.
O caçador foi resgatado em 28 de junho, desidratado e debilitado. Magnilson relatou que sobreviveu se alimentando de frutos da região, como buriti, cacauzinho-do-mato e uxi. Ele construiu um abrigo improvisado para se proteger da chuva e dormia em galhos de árvores para evitar animais.
Após ser encontrado, Magnilson foi levado para atendimento médico em Manacapuru, onde ficou internado até 30 de junho. Ele reapareceu em uma área de mata no Ramal do Tumbira, a cerca de 5 quilômetros do local onde foi visto pela última vez. Ao pedir ajuda a moradores, passou mal após se alimentar e foi encaminhado ao hospital.
Durante sua estadia na floresta, Magnilson contou que se perdeu após ser “encantado” por uma “entidade da floresta”, que se apresentou como a “mãe da mata”. O Corpo de Bombeiros informou que as buscas começaram em 10 de abril, mas foram encerradas devido à falta de vestígios. A operação cobriu uma área de 180 quilômetros quadrados com o auxílio de um cão farejador.
A Polícia Civil do Amazonas foi contatada para esclarecer se haverá investigação sobre a caça na área no dia do desaparecimento de Magnilson.
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