A Polícia Militar fez uma nova operação no Complexo de Israel, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. As equipes do 16º BPM foram às comunidades Cidade Alta, Pica-pau e Cinco Bocas para combater o tráfico de drogas. Durante a ação, houve tiroteio, mas não há relatos de feridos. Por conta da operação, 11 escolas da rede municipal suspenderam as aulas. Na última terça-feira, a PM já havia atuado na mesma área e apreendido um fuzil antidrone, uma arma de alta tecnologia, além de rádios comunicadores e drogas. Os policiais também continuaram a demolição do “resort” de luxo do traficante Peixão, que é um dos líderes do Terceiro Comando Puro. A demolição do imóvel, que possui piscina e outras áreas de lazer, começou em março. Peixão é procurado por ter ordenado ataques em várias vias importantes do Rio, resultando em mortes e feridos.
A Polícia Militar (PM) realizou uma nova operação no Complexo de Israel, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. A ação, que envolveu equipes do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM), teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região controlada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP). Durante a operação, houve tiroteio, mas não há relatos de feridos.
Devido à operação, onze escolas da rede municipal suspenderam as aulas, sendo oito na Cidade Alta e três nas favelas Cinco Bocas e Pica-pau. A PM já havia atuado no Complexo de Israel na última terça-feira, quando apreendeu um fuzil antidrone, uma arma de uso restrito e alta tecnologia, além de rádios comunicadores e drogas.
Demolição do “Resort” do Traficante
A operação também incluiu a continuidade da demolição do “resort” do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. Este imóvel, que possuía piscina, área gourmet e até um palco para shows, é associado a um dos líderes do TCP. A demolição do local teve início em março e é parte de um esforço mais amplo para desmantelar a infraestrutura do tráfico na área.
Peixão é considerado um dos criminosos mais procurados do Estado do Rio e é investigado por ordenar ataques em áreas movimentadas, como a Avenida Brasil e a Rodovia Washington Luiz, durante uma operação em outubro do ano passado, que resultou na morte de três inocentes e ferimentos em outros três.
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