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Acusado de envolvimento em assassinatos de líderes do PCC é preso em São Paulo

Polícia de São Paulo captura Renato Oliveira Mota, foragido da Interpol, por envolvimento nos assassinatos de Gegê do Mangue e Paca.

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Renato Oliveira Mota foi preso em São Paulo, acusado de participar do assassinato de Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca. Os crimes ocorreram em fevereiro de 2018 no Ceará e estão ligados ao PCC e ao tráfico de drogas. Renato, de 34 anos, estava na lista vermelha da Interpol e foi capturado em um apartamento na Zona Leste de São Paulo, sem resistência. Ele foi levado ao 10° Distrito Policial e a prisão foi informada à Justiça do Ceará. Gegê do Mangue era um dos principais nomes do PCC e foi emboscado enquanto estava em liberdade. Ele e Paca foram mortos a tiros após serem levados de helicóptero para uma aldeia indígena. Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, é considerado o mandante do crime e também está preso. Além de Fuminho e Renato, outras cinco pessoas já foram detidas. Erick Santos e Maria Jussara da Conceição Ferreira Santos estão foragidos e são procurados pela Interpol, sendo Jussara suspeita de ter ajudado a quadrilha. O dono do helicóptero usado na emboscada, Wagner Ferreira da Silva, foi executado em São Paulo dias depois dos assassinatos, e o piloto da aeronave, Felipe Ramos Morais, também foi morto em uma operação policial em 2023.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta segunda-feira, Renato Oliveira Mota, acusado de envolvimento no assassinato de Rogério Jeremias de Simone, conhecido como Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca. O crime ocorreu em fevereiro de 2018, no Ceará, e teve ligação com o PCC e o tráfico de drogas.

Renato, de 34 anos, estava na lista vermelha da Interpol e foi capturado em um apartamento na Zona Leste de São Paulo. Ele não resistiu à abordagem policial e foi levado ao 10° Distrito Policial, na Penha. A prisão foi comunicada à Justiça do Ceará, onde as vítimas foram executadas.

Gegê do Mangue era considerado um dos principais responsáveis pela expansão internacional das atividades do PCC e estava em liberdade quando foi emboscado. Ele e Paca foram levados de helicóptero para uma aldeia indígena em Aquiraz, onde foram mortos a tiros. O traficante Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, é apontado como o mandante do crime e também está preso.

Além de Fuminho e Renato, outras cinco pessoas já foram detidas por envolvimento no caso. Erick Santos e Maria Jussara da Conceição Ferreira Santos permanecem foragidos e são procurados pela Interpol. Jussara é suspeita de ter hospedado a quadrilha responsável pelos assassinatos.

O dono do helicóptero utilizado na emboscada, Wagner Ferreira da Silva, conhecido como Cabelo Duro, foi executado em São Paulo dias após os assassinatos. O piloto da aeronave, Felipe Ramos Morais, também foi morto em uma operação policial em 2023.

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