O empresário brasileiro Y foi agredido em Lisboa em março e sofreu uma fratura no maxilar, precisando de implantes de titânio. O agressor, que não foi preso, é conhecido por tentar vender drogas na área. O Ministério Público arquivou a investigação por falta de provas, mas Y criticou essa decisão, chamando-a de absurda e um reflexo da impunidade. A agressão aconteceu no dia 11 de março, quando Y e um amigo saíam de um bar e ele foi atingido por um soco inglês. Após a cirurgia, Y recebeu duas placas de titânio. O agressor conseguiu fugir e estava acompanhado. Y tem 20 dias para recorrer da decisão do MP e se reuniu com um advogado para discutir os próximos passos. A polícia disse que vai aumentar o policiamento na região, onde outros casos semelhantes ocorreram.
O empresário brasileiro Y foi agredido em Lisboa em março, resultando em uma fratura no maxilar e na necessidade de implantes de titânio. O agressor, que não foi detido, é conhecido por tentar vender drogas na região. O Ministério Público arquivou a investigação por falta de indícios, mas Y criticou a decisão.
A agressão ocorreu em 11 de março, quando Y e um amigo saíam de um bar na Rua Rosa, uma área turística. O empresário foi atingido por um golpe com soco inglês, que causou a fratura. Após a agressão, ele foi operado e recebeu duas placas de titânio. O agressor estava acompanhado e conseguiu fugir.
O Ministério Público justificou o arquivamento da investigação pela ausência de provas que indicassem a autoria do crime. Y expressou sua indignação, afirmando que a decisão é um “absurdo” e reflete a impunidade. Ele mencionou que o agressor é conhecido na área por tentar vender orégano como se fosse maconha, prática comum em locais turísticos.
Após a notificação do MP, Y tem 20 dias para recorrer da decisão. Ele se reuniu com um advogado indicado pela Segurança Social para discutir os próximos passos. A polícia, por sua vez, afirmou que aumentará o policiamento na região, onde casos semelhantes têm sido registrados.
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