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Furacão Erick causa duas mortes durante passagem pelo México

Furacão Erick causa mortes e destruição no sul do México; autoridades alertam para riscos de deslizamentos e inundações.

Passagem do furacão Erick pelo México deixa dois mortos (Foto: CARLO ECHEGOYEN / AFP)
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O furacão Erick atingiu a costa sul do México, especialmente os estados de Oaxaca e Guerrero, causando grandes danos. Duas pessoas morreram, uma por eletrocussão e outra, um menor, foi arrastado por um riacho. O furacão, que era de categoria 3, perdeu força e agora é um sistema de baixa pressão, mas ainda há alertas para chuvas e deslizamentos. Comunidades como Lagunas de Chacahua foram severamente afetadas, com telhados destruídos e ruas alagadas. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que várias rodovias foram fechadas e mais de 123 mil pessoas ficaram sem energia elétrica. O governo enviou militares e abriu abrigos para os desabrigados. Puerto Escondido, um destino turístico, também sofreu danos.

Duas pessoas perderam a vida devido ao furacão Erick, que atingiu a costa sul do México, especialmente os estados de Oaxaca e Guerrero. O fenômeno, que chegou como um furacão de categoria 3, causou danos significativos em comunidades costeiras e foi rebaixado a um sistema de baixa pressão durante a noite.

A primeira vítima, um homem, morreu eletrocutado enquanto ajudava na remoção de escombros em San Pedro Pochutla. A segunda fatalidade foi um menor arrastado por um riacho em San Marcos, enquanto sua mãe tentava atravessar a área. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos informou que o sistema se encontra a 155 quilômetros do porto de Acapulco, com ventos de 45 km/h.

Comunidades como Lagunas de Chacahua, com cerca de 2.800 habitantes, sofreram severamente. O furacão destruiu telhados de palha e alagou ruas, deixando moradores sem abrigo. Francisca Ávila, uma residente local, lamentou a perda de seus pertences, afirmando que “todo o povoado está sem casa, sem roupa”.

As autoridades mantêm alertas para deslizamentos de terra e inundações em Guerrero, Oaxaca e Chiapas. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, destacou que 15 trechos de rodovias foram interditados e mais de 123 mil usuários ficaram sem energia elétrica. Em Acapulco, moradores se mobilizaram para proteger suas propriedades, enquanto aeroportos e portos foram fechados.

Puerto Escondido, um popular destino turístico, também foi afetado, com outdoors e postes de energia derrubados. O governo federal mobilizou centenas de militares e disponibilizou mais de 2.000 abrigos para os desabrigados. O México, por sua localização geográfica, enfrenta anualmente a passagem de ciclones, especialmente entre maio e novembro.

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