Marcus Aurelio Arduini Monzo, um brasileiro de 37 anos, foi considerado culpado pelo assassinato de um adolescente britânico em Londres. O crime aconteceu em 30 de abril de 2024, quando Monzo atacou Daniel Anjorin, de 14 anos, com uma espada, ferindo também outras cinco pessoas, incluindo dois policiais. O tribunal o condenou por homicídio, tentativa de homicídio, ferimento intencional e posse de arma ofensiva. Monzo não mostrou emoção ao ouvir o veredito e alegou não se lembrar do crime, afirmando ter múltiplas personalidades, uma delas sendo a de “assassino profissional”. Ele admitiu ter comprado as espadas para exibição, mas negou querer machucar alguém. O ataque causou choque na comunidade local, e a escola de Daniel o descreveu como um bom aluno. A promotora expressou solidariedade à família da vítima, e o primeiro-ministro britânico elogiou os serviços de emergência. Monzo, que morava em Newham, era visto como uma pessoa isolada pelos vizinhos, e o caso levantou preocupações sobre preconceitos e especulações sobre suas motivações. A sentença será anunciada na próxima sexta-feira, dia 27.
O brasileiro Marcus Aurelio Arduini Monzo, de 37 anos, foi considerado culpado pelo assassinato de um adolescente britânico em Londres. O crime ocorreu em 30 de abril de 2024, quando Monzo atacou Daniel Anjorin, de 14 anos, com uma espada, além de ferir outras cinco pessoas. A sentença será divulgada na próxima sexta-feira (27).
Durante o ataque, que durou cerca de 20 minutos, Monzo utilizou uma espada de samurai e agrediu também dois policiais. O tribunal de Old Bailey o condenou por homicídio, tentativa de homicídio, ferimento intencional e posse de arma ofensiva. Ele não demonstrou emoção ao ouvir o veredito.
Os promotores relataram que Monzo estava sob o efeito de maconha e apresentava sinais de um transtorno psicótico. Ele alegou não se lembrar do dia do crime e afirmou ter múltiplas personalidades, incluindo uma de “assassino profissional”. O réu admitiu ter comprado as espadas para exibição, mas negou a intenção de machucar alguém.
Repercussão do Crime
O ataque chocou a comunidade local, e a escola de Daniel o descreveu como um aluno estudioso e de bom caráter. A promotora-chefe, Jaswant Narwal, expressou solidariedade à família da vítima. O então primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, elogiou os serviços de emergência e enviou condolências.
Monzo, que residia em Newham, leste de Londres, era visto como uma pessoa discreta e isolada pelos vizinhos. O caso levantou preocupações sobre preconceitos e especulações sobre suas motivações, afetando a comunidade brasileira na região.
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