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Brasileira é agredida com pedrada na cabeça durante caminhada em Portugal

Gabriela Johann, agredida em Porto, inicia procedimentos legais e questiona motivações xenofóbicas após ataque violento.

Brasileira diz ter sido agredida com pedrada na cabeça em Portugal (Foto: Reprodução/Threads)
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Gabriela Johann, uma brasileira, foi agredida em Porto, Portugal, enquanto caminhava com uma amiga na Rua de Cedofeita. Um homem gritou ofensas e, ao ser respondido, jogou uma pedra que atingiu Gabriela na cabeça. Ela ficou tonta e começou a sangrar, enquanto sua amiga se machucou ao cair. Pedestres ajudaram até a chegada de um médico e da ambulância, que levou Gabriela ao hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e fez uma tomografia, que não mostrou lesões internas. O agressor era um homem português mais velho e calvo. Gabriela já iniciou um processo legal e expressou sua indignação nas redes sociais, dizendo que a dor é mais psicológica do que física. Ela também questionou se o ataque teve motivações xenofóbicas, ressaltando que nunca havia passado por algo assim no Brasil e sentiu-se vulnerável após o ocorrido.

Uma brasileira, Gabriela Johann, foi agredida em Porto, Portugal, na noite da última quarta-feira. O incidente ocorreu por volta das 22h30, na Rua de Cedofeita, enquanto ela caminhava com uma amiga. Um homem gritou ofensas da janela de um prédio e, ao ser respondido, arremessou uma pedra que atingiu Gabriela na cabeça.

Após o ataque, Gabriela sentiu uma forte tontura e começou a sangrar. Sua amiga, em estado de choque, caiu sobre patinetes elétricos estacionados, machucando-se. Gabriela pediu ajuda a pedestres, que prontamente a socorreram. Um médico que passava prestou os primeiros atendimentos até a chegada da ambulância, que ocorreu cerca de dez minutos depois.

No hospital, Gabriela recebeu cinco pontos na cabeça e fez uma tomografia, que não indicou lesões internas. O agressor foi descrito como um homem português, mais velho, com sobrepeso e calvo. Gabriela já iniciou os procedimentos legais e expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que a dor da agressão é mais psicológica do que física.

Ela relatou que nunca havia passado por uma situação semelhante no Brasil e questionou se o ataque poderia ter motivações xenofóbicas. A brasileira destacou a sensação de impotência e vulnerabilidade após o ocorrido, enfatizando que poderia ter sofrido consequências mais graves.

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