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Niterói arca com R$ 55 mil para translado e sepultamento de Juliana Marins

Família de Juliana Marins contesta laudo de autópsia e critica divulgação de informações sobre a morte da publicitária na Indonésia.

Corpo de Juliana Marins chega ao Hospital Bali Mandara para autópsia (Foto: Reprodução AFP)
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Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, morreu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia. A Prefeitura de Niterói pagou R$ 55 mil para trazer seu corpo de volta ao Brasil, onde será sepultado. A família, representada pela irmã Mariana, agradeceu ao prefeito Rodrigo Neves pela ajuda, mas ainda espera saber quando o corpo chegará. A situação se complicou com a divulgação do laudo da autópsia, que apontou trauma como causa da morte. Mariana ficou insatisfeita porque soube das informações pela imprensa antes de ser informada oficialmente. Ela também questiona a cronologia da morte, já que o legista disse que Juliana morreu entre 12 e 24 horas antes do resgate, mas há evidências de que ela estava viva por mais tempo. O corpo foi resgatado na quarta-feira após a queda, e a família continua buscando mais informações sobre o caso.

A Prefeitura de Niterói custeou R$ 55 mil para o translado do corpo de Juliana Marins, publicitária de 26 anos, que faleceu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia. O corpo será sepultado em sua cidade natal, Niterói. A família, representada por sua irmã Mariana Marins, expressou gratidão ao prefeito Rodrigo Neves pela ajuda, mas ainda aguarda a confirmação da data de retorno do corpo ao Brasil.

A situação se complicou com a divulgação do laudo da autópsia, que apontou a causa da morte como trauma. O médico legista Ida Bagus Alit revelou detalhes à imprensa antes de informar a família, gerando descontentamento. Mariana Marins criticou a falta de respeito, afirmando que soube das informações pela mídia, sem aviso prévio. “Em momento algum houve compaixão ou respeito suficiente para nos reunir e informar primeiro,” disse ela.

A família questiona a cronologia da morte de Juliana. O legista indicou que a morte ocorreu entre 12 e 24 horas antes do resgate, mas Mariana contesta essa informação, afirmando que há evidências de que Juliana estava viva por mais tempo após a queda. Imagens de turistas mostram Juliana pedindo ajuda, o que levanta dúvidas sobre a precisão do laudo.

O corpo de Juliana foi resgatado na quarta-feira seguinte à queda, e a causa da morte foi identificada como trauma, com fraturas e hemorragia intensa. A família aguarda mais informações sobre o caso, que continua a gerar angústia e incerteza.

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