Grupos de adolescentes estão voltando a praticar surfe ferroviário nas linhas da SuperVia, no Rio de Janeiro. Entre janeiro e junho de 2025, foram registradas 29 ocorrências de pessoas viajando fora dos vagões, resultando em um custo de R$ 150 mil para manutenção. Essa prática, chamada de “carrapato”, envolve jovens escalando os tetos dos trens ou se pendurando nas composições, e eles costumam filmar essas ações para postar nas redes sociais. Historicamente, essa atividade é perigosa e já causou mortes, como em 1997, quando doze pessoas morreram eletrocutadas. A SuperVia informou que teve que reparar 531 portas danificadas por essas tentativas de viagens clandestinas. Para combater essa prática, a empresa instalou câmeras de vigilância e aumentou a segurança nas estações, especialmente no ramal Japeri, onde o problema é mais frequente. As composições não partem se houver pessoas do lado de fora, e a Polícia Militar está ajudando a flagrar essas ações. A SuperVia também trabalha com Conselhos Tutelares e Secretarias de Educação para prevenir esses casos. Um acordo judicial pode transferir o serviço de transporte ao governo estadual entre junho e setembro de 2025, a menos que a Justiça decida o contrário.
Grupos de adolescentes têm resgatado a prática perigosa de surfe ferroviário nas linhas da SuperVia, no Rio de Janeiro. Entre janeiro e junho de 2025, foram registradas 29 ocorrências de pessoas viajando fora dos vagões, o que gerou um custo de R$ 150 mil em manutenção.
A prática, conhecida como “carrapato”, envolve jovens escalando os tetos dos trens ou pendurando-se nas composições. Após a remoção de vidros das portas internas, eles filmam suas aventuras e compartilham os vídeos nas redes sociais. Historicamente, essa atividade já causou tragédias; em 1997, doze pessoas morreram eletrocutadas ao tocar na rede elétrica.
A SuperVia informou que, apenas nos primeiros seis meses de 2025, foram necessários reparos em 531 portas das composições, danificadas por tentativas de viagens clandestinas. A concessionária tem monitorado grupos que realizam essas postagens e intensificado a segurança nas estações, especialmente no ramal Japeri, onde a incidência é maior.
Medidas de Segurança
Para combater essa prática, a SuperVia instalou câmeras de vigilância nos trens e aumentou a presença de monitoramento nas estações. As composições são impedidas de partir caso haja pessoas do lado de fora. Além disso, a Polícia Militar, por meio do Grupamento de Polícia Ferroviária, está atuando para flagrar essas ações.
A SuperVia também conta com parcerias com Conselhos Tutelares e Secretarias Municipais de Educação para prevenir a prática. Um acordo judicial prevê que a concessionária entregue o serviço de transporte ao governo estadual entre junho e setembro de 2025, a menos que um novo prazo seja estabelecido pela Justiça.
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