- O Programa Indenizatório Definitivo (PID) já conta com 273,2 mil inscritos a poucos dias do encerramento do prazo, que é na próxima sexta-feira, 4 de novembro.
- A expectativa é que o número de participantes chegue a 300 mil.
- A adesão ao PID representa um desafio para o escritório britânico Pogust Goodhead, que atua em ações coletivas no Reino Unido.
- Cerca de 60% dos inscritos no PID, totalizando 163,5 mil pessoas, optaram por desistir do processo britânico ao escolher o acordo brasileiro.
- O PID foi criado para oferecer compensação às vítimas do desastre da Barragem de Mariana, ocorrido em 2015, e é considerado uma alternativa mais rápida que o processo judicial no Reino Unido.
A poucos dias do encerramento do prazo para adesão ao Programa Indenizatório Definitivo (PID), 273,2 mil pessoas já se cadastraram para receber compensações pelo desastre da Barragem de Mariana, ocorrido em 2015. O prazo final é na próxima sexta-feira, 4 de novembro, e a expectativa é que o número de inscritos chegue a 300 mil.
Esse aumento na adesão representa um desafio para o escritório britânico Pogust Goodhead, que atua em ações coletivas no Reino Unido. De acordo com a BHP/Samarco, 60% dos inscritos no PID — totalizando 163,5 mil pessoas — eram parte da ação coletiva no Reino Unido. Ao optarem pelo acordo brasileiro, esses indivíduos concordam em desistir do processo britânico.
O PID foi criado para oferecer compensação às vítimas do desastre, que causou danos significativos e deixou um legado de sofrimento. A adesão ao programa é vista como uma alternativa mais rápida e eficaz para os atingidos, em comparação com o processo judicial no Reino Unido, que pode ser mais demorado.
Os advogados que acompanham o caso destacam que a adesão ao PID pode ser uma solução mais viável para muitos, considerando a complexidade das ações judiciais internacionais. Com o prazo se aproximando, as autoridades esperam que mais pessoas se mobilizem para garantir seus direitos.
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