- A Polícia Militar de São Paulo prendeu Jeferson Daniel Florêncio de Araújo, de 44 anos, em Osasco, no dia 7 de julho de 2025.
- Araújo é suspeito de envolvimento na tentativa de sequestro do senador Sergio Moro, ocorrida em 2023.
- Durante a abordagem, foi descoberto que ele tinha um mandado de prisão em aberto por roubo a um avião em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, em 2024.
- O roubo resultou na morte de um policial e de um assaltante, e Araújo é ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Com ele, foram encontrados quatro celulares e cerca de R$ 4 mil em dinheiro.
A Polícia Militar de São Paulo prendeu, nesta segunda-feira (7), Jeferson Daniel Florêncio de Araújo, de 44 anos, suspeito de envolvimento na tentativa de sequestro do senador Sergio Moro (União Brasil) em 2023. A prisão ocorreu em Osasco, durante uma patrulha de rotina do batalhão de choque.
Durante a abordagem, os policiais descobriram que Araújo possuía um mandado de prisão em aberto por um roubo a um avião no aeroporto de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, em 2024. O assalto, que resultou na morte de um policial e de um dos assaltantes, está vinculado a atividades de facções criminosas. Com ele, foram encontrados quatro celulares e cerca de R$ 4 mil em dinheiro.
Conexões com o PCC
As investigações indicam que Araújo tem ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e é suspeito de ter desempenhado um papel logístico no roubo ao avião-pagador, que resultou em um ataque violento. Além disso, ele é investigado por um plano de ataque ao Banco do Brasil em Caruaru, Pernambuco.
A tentativa de sequestro de Sergio Moro foi planejada pelo PCC como parte de uma estratégia para facilitar a transferência de líderes da facção para presídios federais. A ação da Polícia Federal foi crucial para impedir que o plano fosse concretizado. Em janeiro de 2023, a Justiça Federal no Paraná condenou oito pessoas por envolvimento na tentativa de extorsão.
A prisão de Araújo pode trazer novos desdobramentos nas investigações sobre suas atividades criminosas e suas conexões com o PCC. O caso segue sob a responsabilidade da Polícia Federal, que já havia destacado a importância da intervenção policial para evitar a execução do plano de sequestro.
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