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Parque na Indonésia realiza treinamento de socorro após morte de jovem em queda

Familiares de Juliana Marins aguardam novo laudo de autópsia enquanto questionam a certidão de óbito após sua morte no Monte Rinjani.

Treinamento acontece duas semanas depois da confirmação da morte de Juliana Marins (Foto: Reprodução)
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  • Juliana Marins, publicitária de 26 anos, morreu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia, devido a múltiplos traumas e hemorragia interna.
  • A família questionou a certidão de óbito e solicitou uma nova perícia.
  • O Esquadrão Rinjani realizou um treinamento de resgate vertical, com a participação de Agam, montanhista que ajudou no resgate de Juliana.
  • O corpo de Juliana foi sepultado no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, após a Justiça autorizar sua cremação a pedido da irmã, Mariana Marins.
  • Um novo laudo de autópsia deve ser divulgado em breve, já que a família levantou dúvidas sobre as circunstâncias da morte.

Cerca de duas semanas após a morte da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, em uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia, o Esquadrão Rinjani realizou um treinamento de resgate vertical. Juliana faleceu devido a múltiplos traumas e hemorragia interna, e sua família questionou a certidão de óbito, solicitando uma nova perícia.

O treinamento, que contou com a participação de Agam, o montanhista que ajudou no resgate de Juliana, teve como objetivo aprimorar as técnicas de evacuação e a preparação da comunidade para desastres. Os responsáveis pela iniciativa destacaram a importância de investir na resiliência local frente a riscos geológicos e climáticos. Nas redes sociais, internautas elogiaram a ação, ressaltando a necessidade de segurança nas montanhas.

O corpo de Juliana foi sepultado no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, após a Justiça do Rio autorizar sua cremação a pedido da irmã, Mariana Marins. Apesar da autorização, a família decidiu pelo enterro, considerando o caso como morte suspeita. Um novo laudo de autópsia, realizado no Brasil, deve ser divulgado em breve, já que a família levantou dúvidas sobre as circunstâncias da morte.

O exame necroscópico indicou que Juliana sofreu ferimentos graves, incluindo fraturas na coluna e lesões nos órgãos internos. A perícia na Indonésia descartou a hipotermia como causa da morte, afirmando que a temperatura estava próxima de 0 ºC. Juliana estava inadequadamente vestida para a escalada, o que levantou questionamentos sobre a responsabilidade do guia e a eficácia do resgate, que foi realizado em grande parte por voluntários.

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