- A carnavalesca Maria Augusta faleceu aos 83 anos em 11 de outubro, devido a falência múltipla dos órgãos após lutar contra um câncer.
- Seu velório ocorrerá no Cemitério São João Batista, em Botafogo, a partir das 11h de 12 de outubro.
- Maria Augusta iniciou sua carreira no carnaval em 1969 no Salgueiro, destacando-se por enredos como “Bahia de Todos os Deuses” e “Festa para um Rei Negro”.
- Ela também trabalhou na União da Ilha, criando enredos icônicos e sendo reconhecida por sua abordagem de simplicidade e cores vibrantes.
- Sua morte gerou homenagens nas redes sociais, incluindo manifestações de pesar de figuras públicas e escolas de samba.
A carnavalesca Maria Augusta, uma das figuras mais emblemáticas do carnaval carioca, faleceu nesta sexta-feira, 11 de outubro, aos 83 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos, após uma luta contra um câncer. Seu velório será realizado no Cemitério São João Batista, em Botafogo, a partir das 11h deste sábado, 12 de outubro.
Maria Augusta começou sua trajetória no carnaval em 1969, quando foi convidada por Arlindo Rodrigues para trabalhar no barracão do Salgueiro. Desde então, destacou-se como uma das poucas mulheres em um ambiente predominantemente masculino, criando enredos memoráveis como “Bahia de Todos os Deuses” e “Festa para um Rei Negro”, que a consagraram como uma artista inovadora.
Ao longo de sua carreira, Maria Augusta também passou por outras escolas, como a União da Ilha, onde produziu enredos icônicos, incluindo “Domingo” e “O Amanhã”. Sua abordagem, que priorizava a simplicidade e o uso de cores vibrantes, a consolidou como uma referência no carnaval, sendo reconhecida como a artista do “luxo na cor”.
Legado e Homenagens
A morte de Maria Augusta gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, com manifestações de pesar de diversas escolas de samba e figuras públicas, incluindo o governador Cláudio Castro e o prefeito Eduardo Paes. Em 2022, ela foi homenageada pelo Estandarte de Ouro, e neste ano, seu legado foi celebrado pela escola mirim Aprendizes do Salgueiro.
A influência de Maria Augusta no carnaval é inegável. Sua paixão e dedicação à arte deixaram um legado que perdurará nas futuras gerações de carnavalescos e amantes da folia. A artista será lembrada não apenas por suas criações, mas também por sua luta e contribuição para a cultura carioca.
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