- Jean-Claude Bernardet, crítico e cineasta brasileiro, faleceu no último sábado.
- Ele deixou um legado importante no cinema e na literatura brasileira.
- Seu livro póstumo, “Viver o Medo”, coautorado com Sabina Anzuategui, será lançado em agosto pela Companhia das Letras.
- A obra aborda sexualidade, velhice e reflexões sobre a vida, centrando-se na história de um professor de cinema que enfrenta desafios de saúde.
- Bernardet é autor de obras essenciais como “Historiografia Clássica do Cinema Brasileiro” e “Brasil em Tempo de Cinema”.
O crítico e cineasta Jean-Claude Bernardet faleceu no último sábado, deixando um legado significativo no cinema e na literatura brasileira. Sua obra, marcada pela liberdade criativa, inclui títulos fundamentais e experiências autobiográficas. Entre suas contribuições mais recentes está o livro póstumo “Viver o Medo”, coautorado com Sabina Anzuategui, que será lançado em agosto pela Companhia das Letras.
“Viver o Medo” é descrito como uma “novela pornô-gourmet” e aborda temas como sexualidade, velhice e reflexões sobre a vida. A narrativa gira em torno de Tremblay, um professor de cinema que enfrenta desafios como HIV, cegueira e câncer de próstata. A obra explora suas aventuras eróticas e a luta contra a impotência, enquanto a personagem de Anzuategui o instiga a recordar suas próprias experiências.
Bernardet, que também foi roteirista, ator e diretor, é autor de obras essenciais como “Historiografia Clássica do Cinema Brasileiro” e “Brasil em Tempo de Cinema”. Seu trabalho abrange uma vasta gama de gêneros e estilos, refletindo sua profunda conexão com o cinema e a crítica. Além de “Viver o Medo”, ele também colaborou com Anzuategui em “Wet Mácula”, um título autobiográfico.
A morte de Bernardet representa uma grande perda para o cenário cultural brasileiro, mas seu legado continua vivo através de suas obras, que desafiam e instigam o público a refletir sobre a vida e a arte.
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