Sábado é o dia com mais furtos de celulares no Brasil, segundo um estudo de 2024. Os furtos acontecem principalmente às 10h e entre 18h e 20h. No total, 34% dos furtos ocorrem nos finais de semana, com 18% aos sábados e 16% aos domingos. Apesar de uma queda de 13% nos registros de roubos e furtos, ainda foram mais de 917 mil casos. Homens e mulheres são igualmente afetados, e 46% das vítimas têm entre 20 e 39 anos. Já os roubos, que envolvem violência, são mais comuns de segunda a sexta, especialmente entre 18h e 23h. Cidades como São Luís, Belém e São Paulo têm as maiores taxas de furtos de celulares. A recuperação dos aparelhos é baixa, com apenas 8% sendo recuperados pela polícia. Doze estados e o Distrito Federal têm programas de recuperação, enquanto oito estados não possuem. Apesar da queda nos roubos e furtos, a recuperação de celulares ainda enfrenta dificuldades. Os investimentos em segurança pública aumentaram 6% em 2024, totalizando R$ 153 bilhões.
Sábado é o dia com maior número de furtos de celulares no Brasil, segundo o Anuário de Segurança, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O estudo, que analisa dados de 2024, revela que os furtos ocorrem principalmente às 10h e entre 18h e 20h.
Os dados mostram que 18% dos furtos acontecem aos sábados e 16% aos domingos, totalizando 34% dos registros de furtos no país durante os finais de semana. Apesar de uma queda de 13% nos registros de roubos e furtos em geral, o número total ainda supera 917 mil casos.
Perfil das Vítimas
O estudo indica que homens e mulheres são igualmente afetados por furtos, com 46% das vítimas tendo entre 20 e 39 anos. Em contrapartida, os roubos de celulares, que envolvem ameaça ou violência, são mais frequentes de segunda a sexta-feira, especialmente entre 18h e 23h.
Cidades como São Luís (MA), Belém (PA) e São Paulo (SP) lideram em taxas de celulares furtados, com 1.600, 1.452 e 1.425 casos a cada 100 mil habitantes, respectivamente.
Recuperação e Desafios
A recuperação de celulares furtados é baixa, com apenas 8% dos aparelhos recuperados pelas polícias. O Anuário destaca que 12 estados e o DF possuem programas de recuperação, enquanto 8 estados não têm iniciativas nesse sentido.
O estudo conclui que, embora a queda nos roubos e furtos seja positiva, a recuperação de celulares ainda enfrenta desafios significativos, indicando limitações nas investigações. A segurança pública continua sendo uma prioridade, com investimentos que cresceram 6% em 2024, totalizando R$ 153 bilhões.
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