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Bando que atacou bicheiro em Porsche blindado utilizou carro roubado na emboscada

Polícia intensifica buscas por foragidos após atentado contra bicheiro, que revela rivalidade crescente no crime organizado.

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  • Vinicius Drumond, bicheiro, sobreviveu a um atentado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, no dia 11 de julho.
  • Seu carro, um Porsche blindado, foi atingido por mais de 30 disparos de fuzil, mas ele sofreu apenas ferimentos leves.
  • A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso e identificou quatro suspeitos, sendo que dois estão presos.
  • Um dos veículos usados no ataque foi um Honda HR-V, roubado e abandonado em Guaratiba.
  • A polícia apura conexões entre os suspeitos e Adilsinho, rival de Drumond, e investiga possíveis ligações com o homicídio do ex-PM André da Silva Aleixo, segurança de Drumond, ocorrido em 2024.

Bicheiro sobrevive a atentado na Barra da Tijuca; polícia investiga conexões com rival

Vinicius Drumond, um conhecido bicheiro, sobreviveu a um atentado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no último dia 11. O ataque ocorreu quando seu Porsche blindado foi metralhado com mais de 30 disparos de fuzil. Drumond, que sofreu apenas ferimentos leves, é alvo de disputas no submundo do crime, especialmente com Adilsinho, seu antigo aliado.

A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) revelou que um dos veículos utilizados no ataque, um Honda HR-V, havia sido roubado há cerca de um ano e estava com placas clonadas. O carro, que tinha buracos nos vidros para passagem de armas, foi abandonado em Guaratiba após o atentado. Os criminosos, armados e encapuzados, sequestraram a proprietária de outro veículo para fugir até Nova Iguaçu, onde a vítima foi liberada.

Até o momento, quatro suspeitos foram identificados; dois deles, o ex-PM Deivyd Bruno Nogueira Vieira e o sargento PM Luiz César da Cunha, estão presos. Outros dois, Adriano de Carvalho de Araújo e Rafael Ferreira da Silva, são considerados foragidos. A polícia investiga a ligação dos suspeitos com Adilsinho, que tem um histórico de rivalidade com Drumond, especialmente após a morte de um ex-associado em 2024.

A DHC também apura a possível relação entre o atentado e o homicídio do ex-PM André da Silva Aleixo, segurança de Drumond, ocorrido em 2024. As investigações estão em andamento, com a polícia coletando imagens de câmeras de segurança para traçar o percurso dos veículos envolvidos no crime. A operação para capturar os foragidos continua, com mandados de prisão preventiva já emitidos.

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