- William Bonner, âncora do Jornal Nacional, relembrou um incidente ocorrido nos anos 1990 durante uma entrevista ao programa Fantástico.
- Ao retornar de um intervalo para o almoço, Bonner encontrou a redação em alvoroço, inicialmente acreditando que poderia haver um incêndio.
- A editora Angela Garambone mostrou um monitor que exibia cenas de sexo explícito, causando pânico em Bonner, que temia uma transmissão acidental ao vivo.
- O susto foi dissipado quando a equipe descobriu que um funcionário havia direcionado o sinal de um canal adulto apenas para os monitores internos.
- Bonner brincou sobre o episódio, dizendo que enquanto o Brasil assistia à novela, a redação via “outra coisa”.
William Bonner, âncora do Jornal Nacional, compartilhou um episódio inusitado ocorrido nos anos 1990 durante uma entrevista ao programa Fantástico. Ao retornar de um intervalo para o almoço, Bonner se deparou com a redação em alvoroço, inicialmente acreditando que poderia haver um incêndio ou uma infestação de roedores.
A situação se revelou ainda mais surpreendente: a editora Angela Garambone indicou um monitor que exibia cenas de sexo explícito. O jornalista ficou em estado de pânico, temendo que a Globo estivesse transmitindo acidentalmente o conteúdo impróprio ao vivo, o que poderia resultar na cassação da concessão da emissora. Bonner descreveu sua reação como de “absoluto pânico”, recordando que as imagens mostravam “muitas pessoas fazendo sexo, muito explícito”.
O Desfecho do Incidente
O susto só se dissipou quando a equipe descobriu que um funcionário havia direcionado o sinal de um canal adulto apenas para os monitores internos da redação, sem afetar a programação oficial do telejornal. Bonner, com seu humor característico, brincou: “O Brasil todo estava vendo novela, mas nós estávamos vendo… outra coisa”.
Esse episódio curioso ilustra não apenas a pressão e o estresse do ambiente de trabalho em um dos principais telejornais do Brasil, mas também a importância da vigilância em relação ao conteúdo exibido em uma redação. A história, contada por Bonner, traz à tona a fragilidade da transmissão ao vivo e os desafios enfrentados pelos profissionais da comunicação.
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