- A série “Dias Perfeitos”, baseada no livro de Raphael Montes, estreia no Globoplay em 14 de agosto.
- A trama segue Helena, uma advogada em crise, interpretada por Fabiula Nascimento, cuja filha é sequestrada por Téo, um estudante obcecado.
- O enredo apresenta dilemas morais e questões sobre ambição e obsessão.
- O final da série será alterado em relação ao livro para suavizar o desfecho sombrio.
- As gravações ocorreram na Costa Verde do Rio de Janeiro, com direção de Joana Jabace e roteiro de Claudia Jouvin, Dennison Ramalho e Yuri Costa.
A série “Dias Perfeitos”, uma adaptação do livro de Raphael Montes, estreia no Globoplay no dia 14 de agosto. A trama gira em torno de Helena, interpretada por Fabiula Nascimento, uma advogada criminalista que enfrenta uma crise pessoal e profissional.
Helena é casada com Gustavo (Felipe Camargo) e mãe de Clarice (Julia Dalavia). A história se intensifica quando a filha é sequestrada por Téo (Jaffar Bambirra), um estudante obcecado que a levará para um cativeiro, onde ocorrerão diversas violências. A série, dirigida por Joana Jabace, promete um thriller psicológico impactante, mas com um final alterado em relação ao livro, buscando amenizar o desfecho sombrio.
Personagens e Enredo
Helena, uma mulher ambiciosa, se vê em um dilema moral ao se envolver com pessoas de ética questionável. Sua relação com Téo começa de forma amistosa, especialmente por ele carregar o sobrenome de um falecido desembargador, mas logo se transforma em um pesadelo. O elenco conta ainda com Debora Bloch, que interpreta a mãe paraplégica de Téo, e Lee Taylor, no papel do delegado que investiga o caso.
As gravações ocorreram em locações da Costa Verde do Rio de Janeiro, onde cenas intensas foram filmadas. A equipe de roteiristas, composta por Claudia Jouvin, Dennison Ramalho e Yuri Costa, trabalhou para garantir que a adaptação mantivesse a tensão do original, ao mesmo tempo que suavizava o impacto do final.
Com uma narrativa envolvente e personagens complexos, “Dias Perfeitos” promete prender a atenção do público, trazendo à tona questões sobre ambição, moralidade e os limites da obsessão.
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