- O júri em Miami, nos Estados Unidos, considerou Milagro Gramz culpada de difamação contra Megan Thee Stallion após dois dias de deliberação.
- Gramz, cuja identidade legal é Milagro Cooper, supostamente coordenou com Tory Lanez para difamar Megan e promover um deepfake pornográfico sem consentimento.
- O veredito decidiu que Gramz causou sofrimento emocional intencionalmente ao ampliar o alcance do vídeo falso e incentivar seguidores.
- Os jurados atribuíram a Megan Thee Stallion 75 mil dólares a título de indenização.
- Megan já havia acusado Gramz de ser uma porta-voz de Lanez e de influenciar a disseminação de informações prejudiciais durante o caso de Lanez.
Megan Thee Stallion venceu uma ação de difamação movida contra Milagro Gramz, cujo nome legal é Milagro Cooper, em um tribunal federal de Miami. A rapper alegou que Gramz conspirou com Tory Lanez para difamá-la e promover um deepfake sexual sem consentimento.
Após dois dias de deliberação, o júri decidiu que Gramz foi responsável por difamação e por sofrimento emocional. A sentença determinou o pagamento de 75 mil dólares a Megan. A defesa sustenta que Gramz ampliou o alcance do vídeo por meio de curtidas e incentivo aos seguidores.
Segundo a ação, Gramz era aliada de Lanez, já condenado por disparo contra Megan em 2020. A artista afirmou que a difamação ocorreu para retaliar sua testemunha contra Lanez no processo criminal.
O processo foi movido em outubro do ano passado. Megan acusou Gramz de atuar como porta-voz de Lanez, além de promover um vídeo deepfake que supostamente a retratava em cenas sexuais, dirigido a mais de 100 mil seguidores.
Durante o julgamento, Megan relatou impactos emocionais graves, incluindo episódios de depressão e humilhação pública provocados pela difusão do conteúdo. A defesa alegou proteção pela liberdade de expressão, sem contestar a participação de Gramz na promoção do material.
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