- SWEP, protocolo de emergência contra tempo frio, foi ativado em Londres para oferecer abrigo noturno aos desabrigados.
- O frio pode ser perigoso e até fatal para quem fica nas ruas; o governo municipal trabalha com as conselhos para alcançar mais pessoas durante as temperaturas abaixo de zero.
- Espaços quentes foram reabertos em bibliotecas, igrejas e locais comunitários para manter pessoas aquecidas durante o dia, com bebidas quentes disponíveis.
- Dados oficiais indicam que, no inverno anterior, mais de 2 mil pessoas foram abrigadas durante as ativações do SWEP; entre 2024 e 2025, mais de 13 mil pessoas foram identificadas como desabrigadas no CHAIN, o maior registro.
- Autoridades destacam o StreetLink para ligar desabrigados a serviços de apoio, TAP London para doações e o Floating Hub, lançado em dezembro, com até 17 pontos de atendimento em Londres para apoio de longo prazo.
Ruas de Londres receberam apoio extra após a ativação do protocolo de tempo severo SWEP. Abrigos emergenciais abriram as portas para oferecer camas quentes durante a noite, conforme as temperaturas caíram abaixo de zero. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, alertou que o frio pode ser perigoso e fatal para quem está nas ruas.
A prefeitura informou que a operação envolve a colaboração com conselhos da cidade para alcançar o maior número possível de pessoas em situação de rua durante condições de temperaturas negativas. O Serviço Met Office prevê queda de até -2 °C, com sensação térmica de cerca de -6 °C entre sábado e domingo.
Warm Spaces foram reativados pela capital, com bibliotecas, igrejas e espaços comunitários oferecendo bebidas quentes e abrigo climático durante o dia. Gestora de bibliotecas em Hackney destacou o aumento da demanda por casacos, toucas, cachecóis e luvas.
Dados oficiais apontam que, no inverno passado, mais de 2 mil pessoas foram acolhidas durante as ativações do SWEP, segundo a GLA. Entre 2024 e 2025, a contagem de moradores em situação de rua atingiu 13 mil, recorde no CHAIN de Londres.
O prefeito pediu que a população conecte quem estiver na rua aos serviços locais por meio do StreetLink. Também pediu doações ao TAP London, organização voluntária associada à GLA, para apoiar pessoas sem moradia.
Em dezembro, City Hall lançou o Floating Hub, serviço que funciona em até 17 pontos da cidade para apoiar moradores de rua de longo prazo.
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