- Rafa Kalimann e Nattan são processados após o nascimento da primeira filha, envolvendo uma mansão de luxo em São Paulo.
- A G&I Gestão e Inteligência Imobiliária e a corretora Andrea Kovalevski Bento dizem ter intermediado a negociação entre o casal e os proprietários da casa, no bairro Cidade Jardim.
- As queixantes alegam que os proprietários anônimos e o casal teriam se afastado da negociação, concluindo a compra sem a mediação das intermediárias.
- No processo, é reivindicado o pagamento de R$ 750 mil, equivalentes a 5% do valor de venda da casa, que foi de R$ 15 milhões.
- A notícia foi publicada pela colunista Fabia Oliveira, do Metrópoles.
Rafa Kalimann e Nattan enfrentam um processo judicial ligado à compra de uma mansão de alto padrão em São Paulo, poucos dias após o nascimento da primeira filha do casal. Segundo apuração, a disputa envolve uma corretora de imóveis e a empresa responsável pela mediação entre as partes. O caso foi registrado pouco depois do dia 6 de janeiro, data do nascimento de Zuza.
A ação aponta a existência de um acordo verbal e cobrança de comissões. A G&I Gestão e Inteligência Imobiliária e Andrea Kovalevski Bento afirmam que houve aproximação entre o casal e os proprietários da mansão no bairro Cidade Jardim, e que Rafael e Nattan teriam se desvinculado da negociação para evitar o pagamento da comissão de 5%.
A mansão em questão foi adquirida por cerca de 15 milhões de reais. Com esse valor, os autores da denúncia cobram o total de 750 mil reais a título de comissão. Rafa Kalimann e Nattan são citados como os compradores que teriam assumido, segundo as queixas, a responsabilidade pela conclusão do negócio, após afastamento da mediação.
Envolvidos no processo
A G&I Gestão e Inteligência Imobiliária, a corretora Andrea Kovalevski Bento e os fãs do casal aparecem como parte ativa na acusação de suposto golpe. A defesa de Kalimann e Nattan, bem como a dos citados, ainda não foi amplamente divulgada. As informações foram veiculadas pela colunista Fabia Oliveira, do Metrópolis.
- O que motivou a cobraça de comissões mencionada na ação não foi detalhado; o processo sustenta que parte do acordo não foi cumprido pelos compradores.
- Oficialmente, não houve confirmação de desdobramentos judiciais adicionais ou de outros envolvidos no negócio.
O caso segue em andamento, com as partes apresentando versões distintas sobre a origem da negociação e o papel de cada interveniente. A apuração continua com fontes oficiais e documentos do processo.
Contexto do negócio
A reportagem de referência sustenta que a transação ocorreu em um endereço nobre de São Paulo, onde fica a mansão associada aos envolvidos. O valor de venda, o acordo de comissão e as alegações de afastamento de mediação são centrais para a disputa.
O desfecho depende da análise de provas e de eventuais testemunhos que regularizem ou contestem as alegações de golpe, conforme registradas pelos autores da ação. A reportagem mantém neutralidade, conforme apurado até o momento.
Entre na conversa da comunidade