- A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, teve morte encefálica confirmada pelo Hospital Pronto-Socorro João XXIII, em Minas Gerais.
- Ela trabalhava na Band Minas desde 2024 e deixa um marido, agente da Polícia Rodoviária Federal, e um filho de nove meses.
- Alice nasceu na Bahia e atuou por cerca de quinze anos na televisão, com foco em pautas sociais.
- O acidente aconteceu na BR-381, após a equipe retornar de uma pauta sobre as obras de duplicação da rodovia.
- Segundo a polícia e o motorista do caminhão, o carro da emissora invadiu a contramão em uma reta e colidiu com o veículo de carga; as investigações seguem.
A jornalista Alice Ribeiro, de 35 anos, morreu após um acidente na BR-381, em Minas Gerais. A confirmação foi feita pelo Hospital Pronto-Socorro João XXIII, que informou a morte encefálica da repórter da Band. A colisão também vitimou o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos. O acidente aconteceu na noite desta quinta-feira (16).
Alice era natural da Bahia e atuava há 15 anos na televisão. Em 2024, transferiu-se para a Band Minas, após passagem por veículos da Globo e pela Band Brasília. Era casada com um agente da Polícia Rodoviária Federal e havia acabado de retornar da licença-maternidade, com um filho de nove meses.
Colegas destacam a dedicação da profissional a pautas sociais, com especial interesse em temáticas relacionadas ao autismo. Ela era lembrada pela empatia e pela convivência colega, além do compromisso com as pautas de interesse público.
Acidente e envolvidos
A equipe retornava de uma pauta sobre o início das obras de duplicação da BR-381, conhecida como a rodovia da morte. Segundo relatos de policial e do motorista do caminhão, o carro da emissora invadiu a contramão em uma reta e atingiu o veículo de carga.
As investigações visam esclarecer as causas do erro de trajeto e confirmar as circunstâncias do acidente. Não há informações preliminares sobre a velocidade ou eventuais falhas mecânicas neste momento.
Desdobramentos e referência
A Band confirmou o falecimento das duas equipes envolvidas e aguarda desfechos das apurações pela polícia e pela perícia. A família e a emissora devem manter o estado de luto e acompanhar os próximos passos oficiais.
Sob supervisão de Carolina Figueiredo, a cobertura segue com apurações sobre o inquérito e as providências legais cabíveis.
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