- Justiça reabre processo envolvendo Dimitri Payet após novas denúncias apresentadas por Larissa Ferrari, ex-companheira do jogador.
- Alegações apontam episódios entre agosto de 2024 e março de 2025, envolvendo violência física, psicológica e sexual, bem como humilhações.
- O caso havia sido arquivado, mas voltou à tramitação com novos elementos apresentados pela defesa da denunciante, incluindo conversas, documentos e imagens.
- Payet nega as acusações, afirmando que o relacionamento foi consensual e que as práticas eram dinâmicas não convencionais.
- Payet está na França, acompanhando o andamento do caso à distância; a reabertura sinaliza nova fase na apuração das provas.
Dimitri Payet teve o processo aberto na Justiça brasileira reaberto após novas denúncias apresentadas pela ex-namorada Larissa Ferrari. O caso envolve acusações feitas entre agosto de 2024 e março de 2025 e voltou a tramitar nesta semana, no Brasil.
A denúncia original havia sido arquivada, mas a defesa da denunciante anexou novos elementos. Entre os materiais estão registros de conversas, documentos e imagens que, segundo os advogados, reforçam alegações de agressões e danos morais.
Payet nega as acusações, reconhece o relacionamento, porém sustenta que tudo ocorreu de forma consensual e dentro de dinâmicas não convencionais, sem qualquer violência. A defesa afirma que não houve imposição.
Desdobramentos
A reabertura marca uma nova fase da apuração, com avaliação das provas apresentadas por ambas as partes. A investigação busca confirmar ou esclarecer condutas abusivas e degradantes, conforme as informações trazidas pela denunciante.
Payet está na França, acompanhando o andamento do processo à distância. A Justiça brasileira não informou prazo para conclusão nem novas audiências, mas a reabertura indica continuidade da apuração.
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