- Funcionário não é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou outras redes se não quiser ou se isso não estiver no contrato.
- O uso da imagem do empregado deve ser autorizado por escrito, com especificação de onde os vídeos serão exibidos.
- Mesmo quando a atividade já consta no contrato, recomenda-se obter autorização por escrito a cada nova campanha publicitária.
- O empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir coagido a participar de conteúdos.
- Quando não houver interesse do empreendedor, é possível contratar microinfluenciadores, com perfis locais e engajamento mais autêntico; a Gen Z é apontada como público-chave a considerar.
É possível que funcionários sejam obrigados a gravar vídeos para as redes sociais da empresa? Especialistas alertam para riscos e necessidade de consentimento e limites legais. A conversa tem ganhado força com o uso de vídeos para promover produtos e serviços.
A prática, que envolve o uso de imagens e participar de conteúdos para plataformas como TikTok e Instagram, pode configurar desvio de função. Nesse caso, há avaliação de pagamento de adicional pelo uso excessivo da função e proteção de imagem, conforme orientação jurídica.
A lei exige autorização por escrito para o uso de imagem, com detalhes sobre onde os vídeos serão exibidos. Mesmo quando essa atividade consta do contrato, especialistas recomendam obter consentimento específico para cada campanha.
Caso o empregado se sinta obrigado a participar, é possível pleitear indenização por coação ou indução. A orientação é manter registro formal das autorizações e das propostas de conteúdo.
Quem deve aparecer? O empreendedor é sugerido por especialistas para manter credibilidade. Se não houver interesse ou aptidão, a contratação de microinfluenciadores é alternativa viável para alcançar público local ou de nicho.
Microinfluenciadores costumam ter entre 1 mil e 100 mil seguidores e apresentam engajamento mais próximo de comunidades específicas. A seleção deve considerar alinhamento com o perfil do negócio e temas tratados.
A gestão de conteúdo deve também considerar a Geração Z, nativa digital e influente no curto prazo. Mesmo sem grande poder de compra, esse público influencia decisões familiares e chega a moldar estratégias de comunicação futuras.
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